Com Roca e Atala cotados para o primeiro lugar, top 50 sai na segunda
Fonte: GIULIANA DE TOLEDO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
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Como de praxe, já se especulam quais serão os nomes mais bem colocados.
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Atual segundo lugar, o El Celler de Can Roca, dos irmãos Roca, é um dos cotados. Fica na Catalunha, na Espanha. Outro é o paulistano D.O.M., comandado por Alex Atala, que ocupa a quarta posição.
Já o Noma, de Redzepi, há três anos como o melhor do mundo, tende a deixar o topo da lista.
Para Josimar Melo, crítico da Folha e presidente do 50 Best no Brasil, o D.O.M. tem boas chances, mas faz uma ressalva. Em comparação a europeus, como o El Celler de Can Roca, os restaurantes daqui são menos visitados pelo júri. "O Brasil não está naturalmente no roteiro dos viajantes", diz.
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Já a colunista da Folha Alexandra Forbes, que participa do júri da revista há cinco anos, é mais enfática na aposta em Atala. Em fevereiro, o jornal norte-americano "Wall Street Journal" publicou um perfil do chef, indicando o D.O.M. como "possivelmente, o melhor do mundo".
Vale lembrar que o fato de Atala integrar a recém-divulgada lista dos cem mais influentes do mundo pela "Time" não exerce influência sobre o júri, que entregou os votos em dezembro passado.
Ao todo, são 936 jurados, entre críticos, chefs e "foodies", de 26 regiões do mundo. Cada um vota em sete restaurantes. Desses, pelo menos três têm de ser de fora da sua região.
Atualmente, o Brasil tem três representantes na lista, que devem seguir por lá. A Folha apurou que tanto Atala quanto Helena Rizzo, do também paulistano Maní (atual 51º), e Roberta Sudbrack, da casa homônima no Rio (71º), receberam convites para a cerimônia, o que indica lugar garantido na lista.
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