sexta-feira, 1 de março de 2013

PEQUENAS EMPRESAS SE RENDEM AS REDES SOCIAIS

 
POR MARCELO OLIVEIRA
 
Há alguns anos a internet era acessível para poucos, somente ricos empresários acessavam para responder alguns e-mails urgentes. Com o barateamento da conexão e inclusão digital feita até mesmo pelo governo, hoje a web não é mais um artigo de luxo.
Usado por quem tem muito dinheiro e por quem não tem, a internet não só se transformou em um meio de interação das pessoas, como um estratégico local para uma marca chegar ao seu público-alvo e aumentar sua renda. A web hoje vai além do ato de responder e-mails e fazer consultas. A internet é mais um meio, dentre os meios tradicionais, de divulgação de fatos e planejamento de comunicação online para muitas empresas.
No começo, quando as organizações se atinaram para a internet como mais uma forma de ganhar dinheiro, a maioria eram empresas de grande porte, multinacionais, que já tinham aproximação da sociedade pela TV, rádio, jornais e revistas. E por isso, a facilidade de se chegar aos usuários da internet foi maior. Recentemente, empresas médias e pequenas perceberam a importância da internet para dar alternativa em seus negócios, o custo benefício da web e o aumento brusco de usuários da rede. Afinal, divulgar a marca em meios tradicionais é muito caro para empresas de baixo lucro.
Empresas pequenas estão experimentando a se comunicar com os públicos na internet, a interagir com eles e aprendendo a lidar com a agilidade dos fatos. Ainda está um pouco árduo esta entrada de pequenas empresas na web, principalmente pelo fato delas dedicarem menos tempo online do que as grandes organizações. Além disso, empresas de pequeno porte disponibilizam um funcionário de sua empresa (muitas vezes não é da área comunicacional) para se dedicar aquele mínimo tempo para as redes sociais. Sem conhecer aquele mundo virtual, o colaborador acaba aprendendo sozinho, com seus erros e acertos.
Mais uma vez, comunicólogos de todo o Brasil, enfatizam a importância da contratação de um profissional preparado, que vai saber lidar com as incertezas da internet e redes sociais. Sem um estudo e especialidade, a empresa pode acabar criando uma imagem negativa na rede e o que era desconhecido se transforma no conhecido mal visto.
E para quem ainda não acredita na internet, os dados da WSJ/Pesquisa são claros: a empresa A2L Consulting, que presta serviços para escritórios de advocacia, afirma em matéria do jornal Valor Econômico (4/2) que o site de sua empresa tem 12 mil visitantes por mês, ante 800 em 2011, quando não tinha conta nas redes sociais. Hoje com participação e dedicação de duas vezes por semana no LinkedIn, YouTube, Facebook e Twitter, sua receita gerada através da internet quintuplicou. Dedicação, interação e profissionalismo são as armas certas para uma boa comunicação online.
Segundo dados da WSJ/Pesquisa (The Wall Street Journal), pequenas empresas preferem o LinkedIn:

http://www.ag2web.com.br/resources/Dados%20Redes%20Sociais.jpg

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