Confraria da Gastronomia e Amigo se reúne novamente.
A Confraria da Gastronomia e Amigos promoveu no último dia 16 de maio, na livraria Fnac, no Shopping Parque D. Pedro, o seu oitavo encontro. O evento, que contou com um talk eat show e uma aula-degustação do chef Heitor Antunes, reuniu amantes da boa mesa, cozinheiros, donos de restaurantes e empresários de setores ligados ao universo gastronômico.
As atividades foram conduzidas por Carlos Louredo e pelo jornalista e chef de cozinha Manuel Alves Filho, dois dos fundadores da Confraria. Segundo Luiz Guimarães, outro fundador, o encontro foi muito positivo e serviu para estreitar ainda mais os laços de amizades entre os confrades, bem como para promover a aproximação entre profissionais de diversas áreas.
Um dos destaques da noite foi a aula-degustação comandada pelo chef Heitor Antunes, responsável pela cozinha do restaurante Idalvo’s, especializado em peixes e frutos do mar. Ele ensinou o público presente a preparar uma punheta de bacalhau, prato tradicional da culinária portuguesa. Dito de modo simplificado, o prato é uma salada fria, que tem no pescado o seu principal elemento.
Quem participou do encontro também teve a chance de aprender a preparar drinques com J.M. Baldez e a degustar um bom café, graças às orientações do jornalista Ronei Thezolin, da proprietária do Café & Arte, de Barão Geraldo, Mariangela Zanotto, e do superintendente do Instituto Jerusalém do Brasil, Ali El-Khatib.
O encontro serviu também para gravarmos o primeiro quadro da Confraria da Gastronomia e Amigos na web no site do campinas.com, além da gravação do programa Bom Gourmet de Haroldo Bretas nosso novo confrade, confira no link abaixo a gravação.
http://www.youtube.com/watch?v=-wZ5Ywj3r80&feature=youtu.be - campinastv.com
http://www.youtube.com/watch?v=Z3NYAsMP2NE&feature=youtu.be - Bom Gourmet
"O oitavo encontro da Confraria da Gastronomia e Amigos reafirmou a importância da comida como fator agregador de pessoas e gerador negócios. Já estamos preparando a nona edição, que deverá ocorrer num espaço de eventos contíguo à Fazenda Tozan”, adiantou Carlos Louredo.
terça-feira, 28 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
RECEITA DE PUNHETA DE BACALHAU
POR CHEF HEITOR ANTUNES
Na dúvida acesse o link e confira o preparo pelo chef:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=1N73LDlDVsI
PUNHETA DE BACALHAU
Na dúvida acesse o link e confira o preparo pelo chef:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=1N73LDlDVsI
PUNHETA DE BACALHAU
400 gr de bacalhau em posta dessalgado
1 cebola média
100 ml de azeite extra virgem
sal q.b.
pimenta do reino q.b.
sal q.b.
PREPARAÇÃO
Retire a pele e espinhas do bacalhau, desfie-o finamente , seque-o muito bem com um pano
e reserve.
Corte a cebola em Julienne e reserve.
Termine misturando muito bem o bacalhau com a cebola, temperando com o sal, pimenta e o azeite.
Dica: Pode decorar com azeitonas pretas, salsinha e um ovo cozido ralado por cima do seu preparado.
REFLEXÕES SOBRE A DECISÃO, MAS NADA SÉRIO DEMAIS
POR LUIZ CEARÁ
REFLEXÕES SOBRE A DECISÃO, MAS NADA SÉRIO DEMAIS
REFLEXÕES SOBRE A DECISÃO, MAS NADA SÉRIO DEMAIS
Danilo mais uma vez foi decisivo. Não joga uma enormidade, mas faz uma baita falta quando não pode jogar. Por que? Estável, matreiro. malandro, experiente. E... faz gol na hora que o time precisa.
Pato veio pra jogar. Não jogou por que Tite sempre prefere outros jogadores. Jurou amor ao time, se deu bem na cidade de São Paulo e depois de 4 meses já foi campeão.
Na entrevista ao meu amigo Mauro Naves, do maior gabarito como repórter, Pato disse que está sossegado com a seleção. Mas vai pra Copa do Mundo se depender da minha torcida. Ele só joga isso que estamos vendo, não mais, mas para quem convoca Hulk, Pato é um alívio.
O Corinthians foi Campeão mais uma vez por que é o melhor time do Campeonato disparado. O São Paulo é uma piada, o Palmeiras está num momento de reflexão e o Santos não é mais aquele.
O Santos? Será uma grande interrogação a partir do momento em que Neymar se despedir, o que está pra acontecer a qualquer momento. Vai ter que ser repensado, repaginado. O espírito de Neymar, sua alegria contagiante e sua baita bola não tem reposição.
E Neymar? Não foi o que o torcedor e nem a crítica esperavam. Não decidiu. Só isso.
Paulinho? Jogou muito como sempre e vai ser vendido por que merece. Já era pra ter ido embora. Quis ser Campeão do Mundo. Foi, e agora é hora de ir embora.
Se eu gostei da decisão?
Achei justa, só isso.
Pato veio pra jogar. Não jogou por que Tite sempre prefere outros jogadores. Jurou amor ao time, se deu bem na cidade de São Paulo e depois de 4 meses já foi campeão.
Na entrevista ao meu amigo Mauro Naves, do maior gabarito como repórter, Pato disse que está sossegado com a seleção. Mas vai pra Copa do Mundo se depender da minha torcida. Ele só joga isso que estamos vendo, não mais, mas para quem convoca Hulk, Pato é um alívio.
O Corinthians foi Campeão mais uma vez por que é o melhor time do Campeonato disparado. O São Paulo é uma piada, o Palmeiras está num momento de reflexão e o Santos não é mais aquele.
O Santos? Será uma grande interrogação a partir do momento em que Neymar se despedir, o que está pra acontecer a qualquer momento. Vai ter que ser repensado, repaginado. O espírito de Neymar, sua alegria contagiante e sua baita bola não tem reposição.
E Neymar? Não foi o que o torcedor e nem a crítica esperavam. Não decidiu. Só isso.
Paulinho? Jogou muito como sempre e vai ser vendido por que merece. Já era pra ter ido embora. Quis ser Campeão do Mundo. Foi, e agora é hora de ir embora.
Se eu gostei da decisão?
Achei justa, só isso.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
SÃO PAULO NA PRECISA DE BOIS DE PIRANHA
POR LUIZ CEARÁ
O SÃO PAULO NÃO PRECISA DE BOIS DE PIRANHA
O SÃO PAULO NÃO PRECISA DE BOIS DE PIRANHA
Quando tem piranha no rio, o boiadeiro escolhe um boi doente e coloca na frente da boiada,logo baixo, a favor da correnteza. O cardume desce o rio e devora o boi.Enquanto isso a boiada passa livre.
Zagueiros João Filipe e Luiz Eduardo, laterais-esquerdos Cortez e Henrique Miranda, o volante Fabrício, o meia Cañete e o atacante Wallyson.
Esses são os bois de piranha do São Paulo. Estão fora do elenco. Ou jogaram pouco ou se contundiram demais como Fabrício e Cañete. De qualquer forma uma triste decisão da diretoria. Pouco eficiente modificação de um quadro que não deu certo.
Rogério Ceni poderia mudar esse quadro pela moral que tem no clube, Lucio que já foi capitão da seleção também, além de outras pequenas lideranças. Mas não o fizeram. Ou por concordarem ou por omissão.
A diretoria sabe que Ney Franco não é mais o preferido dos jogadores, confrontado que é em público. Quando ele tira um jogador que não aprova a substituição, o cara faz cara feia e o desgaste chegou ao ponto de Lucio sair do jogo, ir para o vestiário e em seguida para o ônibus. Feio, uma várzea. Aliás, na várzea isso não acontece. Lá há mais moral.
A diretoria do São Paulo está mais perdida que cego em tiroteio. Bem feito para quem votou nela, por uma continuidade que está sendo discutida na justiça.
O São Paulo é enorme, vitorioso e tem uma torcida cada vez maior. Mas seus atuais dirigentes estão ultrapassados. O Tricolor merece respirar.
O São Paulo não precisa de bois de piranha.
Zagueiros João Filipe e Luiz Eduardo, laterais-esquerdos Cortez e Henrique Miranda, o volante Fabrício, o meia Cañete e o atacante Wallyson.
Esses são os bois de piranha do São Paulo. Estão fora do elenco. Ou jogaram pouco ou se contundiram demais como Fabrício e Cañete. De qualquer forma uma triste decisão da diretoria. Pouco eficiente modificação de um quadro que não deu certo.
Rogério Ceni poderia mudar esse quadro pela moral que tem no clube, Lucio que já foi capitão da seleção também, além de outras pequenas lideranças. Mas não o fizeram. Ou por concordarem ou por omissão.
A diretoria sabe que Ney Franco não é mais o preferido dos jogadores, confrontado que é em público. Quando ele tira um jogador que não aprova a substituição, o cara faz cara feia e o desgaste chegou ao ponto de Lucio sair do jogo, ir para o vestiário e em seguida para o ônibus. Feio, uma várzea. Aliás, na várzea isso não acontece. Lá há mais moral.
A diretoria do São Paulo está mais perdida que cego em tiroteio. Bem feito para quem votou nela, por uma continuidade que está sendo discutida na justiça.
O São Paulo é enorme, vitorioso e tem uma torcida cada vez maior. Mas seus atuais dirigentes estão ultrapassados. O Tricolor merece respirar.
O São Paulo não precisa de bois de piranha.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
NOVAS EDIÇÕES DA COMIDA DE RUA NA CAPITAL SP
POR CARLOS LOUREDO
FONTE: FOLHA
Eventos que promovem a comida de rua ganham novas edições em SP e outros Estados
Um porco inteiro passa cerca de dez horas para assar na brasa de carvão. Pronto, ele serve pelo menos 50 pessoas.
Pois na quarta edição do Chefs na Rua, evento que integrará pela segunda vez a Virada Cultural, nos dias 18 e 19 deste mês, o chef Jefferson Rueda, do Attimo, servirá oito porcos (90 quilos cada um).
A carne será vendida com pão, na versão sanduíche. Nas feiras livres e quermesses do interior paulista, conta o chef, também aparece com farofa e feijão-tropeiro.
A barraca de Rueda e de outros 29 cozinheiros estarão dispostas em dois pontos do centro de São Paulo. Ao lado de receitas mais elaboradas, haverá os tradicionais pastéis, sanduíches de pernil e cachorros-quentes.
Não é novidade que estejam ganhando força em São Paulo eventos que promovem uma comida de rua com pratos inventivos, em geral, e preços modestos. A tendência agora é que as iniciativas paulistanas se expandam para outras cidades.
Maurício Schuartz, da KQi, empresa que promove a Feirinha Gastronômica e o Chefs na Rua, planeja que este último aconteça em capitais como Recife e Florianópolis.
Em fase mais adiantada, outro projeto paulistano se prepara para novos voos. O Mercado ganha versão carioca no Circo Voador, no dia 19.
Enquanto isso, a Grande São Paulo recebe outras iniciativas. No dia 18, o 1º Festival Gourmet ocupará a área externa do shopping Iguatemi de Alphaville. Estarão reunidos 15 chefs, como a banqueteira Neka Menna Barreto, que irá preparar sete receitas, como o bobó de camarão.
No embalo desses eventos, a comida de rua será tema de bate-papo promovido pela Folha em parceria com a rádio CBN, neste sábado, no Mercadão de São Paulo.
COZINHA AMBULANTE
O público come com as mãos, em pé, sem firulas. Não há conforto nem requinte, mas os visitantes dão de ombros. Voltam, em massa, aos eventos de comida de rua.
O Chefs na Rua do ano passado, no Minhocão, reuniu 227 mil pessoas. A Feirinha Gastronômica do último domingo serviu 11 mil refeições. O Mercado já atraiu 33,5 mil pessoas, em suas 12 edições. São recorrentes longas filas de espera.
O que diabos atrai tanta gente a esses eventos?
"A oportunidade de provar pratos mais elaborados a preços mais baixos do que os praticados nos restaurantes", afirma o produtor Maurício Schuartz, da KQi, empresa que organiza o Chefs na Rua e a Feirinha Gastronômica, realizada aos domingos em um estacionamento ao ar livre na Vila Madalena.
"A comida de rua faz parte da cultura paulistana, além de ser uma necessidade. Com a rotina agitada, muita gente não tem tempo nem dinheiro para almoçar em restaurantes ", complementa Schuartz.
Para a produtora Lira Yuri, que organiza o evento O Mercado --feira itinerante que ocorre em diferentes locais de São Paulo-- com os chefs Checho Gonzales e Henrique Fogaça, "a ideia é democratizar a gastronomia".
São receitas que vão além dos tradicionais pastéis e cachorros-quentes, mais corriqueiros nas ruas da cidade. Podem surgir, por exemplo, espetinhos de coração de galinha, sanduíches feitos com corte suculento do pescoço do porco e os italianos "cannolo", para adoçar.
"A comida é o maior atrativo", diz a analista de marketing Juliana Natori, 23, que já visitou a Feirinha e o Chefs na Rua. "Mas o contato com os chefs também é bacana."
DOMINGO NO PARQUE
Desde o ano passado, alguns parques da capital paulista viraram cenário para piqueniques organizados pelo chef Checho Gonzales e pela produtora Nina Loscalzo, da Foodpass.
"O paulistano gosta de comer ao ar livre, em ambiente informal", afirma Nina. Para ela, é questão de tempo para que essas iniciativas deixem de ser praticadas apenas em eventos esporádicos e se tornem parte da rotina da cidade.
FISCALIZAÇÃO
Poucos alimentos têm autorização da prefeitura para serem comercializados nas ruas de São Paulo.
Uma lei municipal de 1978 libera a preparação e venda de pasteis na cidade somente em feiras livres. Estas devem ser fiscalizadas pelas subprefeituras. Já os carros de cachorro-quente devem ser monitorados pela Coordenação de Vigilância em Saúde, da Secretaria Municipal da Saúde.
Em todos os casos, portanto, é preciso receber autorização da prefeitura.
(Colaborou Carolina de Andrade)
Veja lugares onde comer comidinhas de rua em São Paulo
O QUE VEM POR AÍ
FONTE: FOLHA
Eventos que promovem a comida de rua ganham novas edições em SP e outros Estados
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Pois na quarta edição do Chefs na Rua, evento que integrará pela segunda vez a Virada Cultural, nos dias 18 e 19 deste mês, o chef Jefferson Rueda, do Attimo, servirá oito porcos (90 quilos cada um).
A carne será vendida com pão, na versão sanduíche. Nas feiras livres e quermesses do interior paulista, conta o chef, também aparece com farofa e feijão-tropeiro.
| Avener Prado/Folhapress | ||
![]() | ||
| Kombi do Rolando Massinha, que serve massas na avenida Sumaré |
Não é novidade que estejam ganhando força em São Paulo eventos que promovem uma comida de rua com pratos inventivos, em geral, e preços modestos. A tendência agora é que as iniciativas paulistanas se expandam para outras cidades.
Maurício Schuartz, da KQi, empresa que promove a Feirinha Gastronômica e o Chefs na Rua, planeja que este último aconteça em capitais como Recife e Florianópolis.
Em fase mais adiantada, outro projeto paulistano se prepara para novos voos. O Mercado ganha versão carioca no Circo Voador, no dia 19.
Enquanto isso, a Grande São Paulo recebe outras iniciativas. No dia 18, o 1º Festival Gourmet ocupará a área externa do shopping Iguatemi de Alphaville. Estarão reunidos 15 chefs, como a banqueteira Neka Menna Barreto, que irá preparar sete receitas, como o bobó de camarão.
No embalo desses eventos, a comida de rua será tema de bate-papo promovido pela Folha em parceria com a rádio CBN, neste sábado, no Mercadão de São Paulo.
COZINHA AMBULANTE
O público come com as mãos, em pé, sem firulas. Não há conforto nem requinte, mas os visitantes dão de ombros. Voltam, em massa, aos eventos de comida de rua.
| Avener Prado/Folhapress | ||
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| Frango com curry, da chef Flávia Mariotto (Mercearia do Conde), servido na última Feirinha |
O que diabos atrai tanta gente a esses eventos?
"A oportunidade de provar pratos mais elaborados a preços mais baixos do que os praticados nos restaurantes", afirma o produtor Maurício Schuartz, da KQi, empresa que organiza o Chefs na Rua e a Feirinha Gastronômica, realizada aos domingos em um estacionamento ao ar livre na Vila Madalena.
"A comida de rua faz parte da cultura paulistana, além de ser uma necessidade. Com a rotina agitada, muita gente não tem tempo nem dinheiro para almoçar em restaurantes ", complementa Schuartz.
Para a produtora Lira Yuri, que organiza o evento O Mercado --feira itinerante que ocorre em diferentes locais de São Paulo-- com os chefs Checho Gonzales e Henrique Fogaça, "a ideia é democratizar a gastronomia".
São receitas que vão além dos tradicionais pastéis e cachorros-quentes, mais corriqueiros nas ruas da cidade. Podem surgir, por exemplo, espetinhos de coração de galinha, sanduíches feitos com corte suculento do pescoço do porco e os italianos "cannolo", para adoçar.
"A comida é o maior atrativo", diz a analista de marketing Juliana Natori, 23, que já visitou a Feirinha e o Chefs na Rua. "Mas o contato com os chefs também é bacana."
DOMINGO NO PARQUE
Desde o ano passado, alguns parques da capital paulista viraram cenário para piqueniques organizados pelo chef Checho Gonzales e pela produtora Nina Loscalzo, da Foodpass.
"O paulistano gosta de comer ao ar livre, em ambiente informal", afirma Nina. Para ela, é questão de tempo para que essas iniciativas deixem de ser praticadas apenas em eventos esporádicos e se tornem parte da rotina da cidade.
FISCALIZAÇÃO
Poucos alimentos têm autorização da prefeitura para serem comercializados nas ruas de São Paulo.
Uma lei municipal de 1978 libera a preparação e venda de pasteis na cidade somente em feiras livres. Estas devem ser fiscalizadas pelas subprefeituras. Já os carros de cachorro-quente devem ser monitorados pela Coordenação de Vigilância em Saúde, da Secretaria Municipal da Saúde.
Em todos os casos, portanto, é preciso receber autorização da prefeitura.
(Colaborou Carolina de Andrade)
Veja lugares onde comer comidinhas de rua em São Paulo
O QUE VEM POR AÍ
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
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FEIRINHA GASTRONÔMICA
Quinze chefs preparam comidinhas que custam entre R$ 5 e R$ 15. Carlos Bertolazzi, do Per Paolo, servirá nhoque
QUANDO 12/5, das 11h às 19h
ONDE r. Girassol, 309, Vila Madalena, SP
Quinze chefs preparam comidinhas que custam entre R$ 5 e R$ 15. Carlos Bertolazzi, do Per Paolo, servirá nhoque
QUANDO 12/5, das 11h às 19h
ONDE r. Girassol, 309, Vila Madalena, SP
1º FESTIVAL GOURMET
Neka Menna Barreto está entre os chefs convidados, que servirão quitutes de R$ 5 a R$ 20
QUANDO 18/5, das 12h às 19h
ONDE shopping Iguatemi de Alphaville (al. Rio Negro, 111, SP)
Neka Menna Barreto está entre os chefs convidados, que servirão quitutes de R$ 5 a R$ 20
QUANDO 18/5, das 12h às 19h
ONDE shopping Iguatemi de Alphaville (al. Rio Negro, 111, SP)
O MERCADO RJ
Estarão presentes chefs cariocas, como Kátia Barbosa, do Aconchego Carioca, e Roberta Ciasca, do Miam Miam e Oui Oui. Quitutes custam até R$ 15
QUANDO 19/5, das 8h às 18h
ONDE Circo Voador (r. dos Arcos, s/nº, Lapa, RJ)
Estarão presentes chefs cariocas, como Kátia Barbosa, do Aconchego Carioca, e Roberta Ciasca, do Miam Miam e Oui Oui. Quitutes custam até R$ 15
QUANDO 19/5, das 8h às 18h
ONDE Circo Voador (r. dos Arcos, s/nº, Lapa, RJ)
REFEIÇÃO FORA DE CASA SOBE 140% EM 10 ANOS
POR CARLOS LOUREDO
FONTE: SITE UOL
Refeição fora de casa sobe 140% em dez anos e pesa no orçamento das famílias
Em sete desses dez anos, refeição, lanche e bebidas em restaurantes subiram mais do que a comida comprada para consumir em casa.
Não é à toa que pipocam queixas de consumidores e movimentos como o Boicota SP, que explicitou preços abusivos e expô-los na internet, como um saco de pipoca vendido no cinema a R$ 22, uma esfiha no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a R$ 9,80 e um refrigerante de dois litros a R$ 18,90, servido nas mesas de uma padaria.
O site Boicota SP, criado pelo publicitário Danilo Corci, já tem 120 mil visitantes por dia.
"Tive a ideia porque gastava num chope e uns petiscos com amigos na Vila Madalena [bairro boêmio de SP] R$ 40 há um ano. A conta agora sai por R$ 80", afirma.
Ele conta que já recebe reclamações de todo país e prevê publicar em meados deste mês também preços abusivos e nomes de estabelecimentos de outras cidades.
HÁBITO
Para especialistas, o hábito de comer fora encareceu mais do que a inflação com o aumento dos alimentos e custos maiores, como mão de obra (talvez o mais pesado com ganhos reais do salários mínimo nos últimos anos).
O economista da Fundação Getulio Vargas André Braz destaca outro fator de pressão, a disparada dos aluguéis comerciais. "Com a valorização imobiliária nos grandes centros urbanos, os aluguéis têm tido uma valorização relevante."
Outro motivo para a alta é que o mercado de trabalho aquecido, que fez a renda subir e criou uma nova classe de consumidores, que passaram a frequentar mais restaurantes. Além disso, com o crescimento do emprego e mais mulheres no mercado de trabalho (e com menos tempo para cozinhar), comer fora tornou-se uma hábito mais frequente.
"Mais famílias têm ido usualmente a restaurantes, o que gera uma pressão de demanda. O consumidor, no entanto, deve impor o seu limite e reduzir as frequências aos locais que subirem muito os preços."
Segundo Marcelo Moura, economista do Insper, o avanço do rendimento e do emprego fez crescer a demanda por refeições fora de casa e permitiu ainda "um repasse maior de custos mais elevados" dos estabelecimentos, sobretudo a mão de obra.
HORTALIÇAS
O curioso é que neste ano comer em casa subiu mais com o choque dos alimentos no Brasil devido ao clima desfavorável que fez disparar o preço de hortaliças, legumes e frutas --cujo caso emblemático é o tomate-- e no exterior com quebra de safra de grãos em grandes produtores como os EUA.
Com isso, a alimentação no domicílio subiu mais (15,45%) do que fora de casa (10,49%). Em ambos os casos, porém, as altas superam as do mesmo período de 2012 e a inflação pelo IPCA-15 em 12 meses até abril (6,51%).
Comer em casa, porém, ainda é mais barato --custa, em média, um terço do valor da refeição em restaurantes, segundo especialistas.
O especialista da FGV, no entanto, diz ainda que a tendência para os próximos meses é de uma desaceleração dos custos do alimento, resultado da desoneração de itens da cesta básica, em vigor desde março, e de uma safra de grãos "mais robusta" neste ano.
FONTE: SITE UOL
Refeição fora de casa sobe 140% em dez anos e pesa no orçamento das famílias
O gasto do brasileiro para comer e beber fora de casa aumenta há uma década acima da inflação.
Desde 2003, acumula alta de 143%, bem acima da variação de 82% do IPCA-15, prévia do índice oficial de inflação, o IPCA --só muda o período de coleta, que se encerra no dia 15 de cada mês. Em sete desses dez anos, refeição, lanche e bebidas em restaurantes subiram mais do que a comida comprada para consumir em casa.
Não é à toa que pipocam queixas de consumidores e movimentos como o Boicota SP, que explicitou preços abusivos e expô-los na internet, como um saco de pipoca vendido no cinema a R$ 22, uma esfiha no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a R$ 9,80 e um refrigerante de dois litros a R$ 18,90, servido nas mesas de uma padaria.
O site Boicota SP, criado pelo publicitário Danilo Corci, já tem 120 mil visitantes por dia.
"Tive a ideia porque gastava num chope e uns petiscos com amigos na Vila Madalena [bairro boêmio de SP] R$ 40 há um ano. A conta agora sai por R$ 80", afirma.
Ele conta que já recebe reclamações de todo país e prevê publicar em meados deste mês também preços abusivos e nomes de estabelecimentos de outras cidades.
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
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| COMER FORA X EM CASA Custo de comer em casa sobe mais do que em restaurantes |
HÁBITO
Para especialistas, o hábito de comer fora encareceu mais do que a inflação com o aumento dos alimentos e custos maiores, como mão de obra (talvez o mais pesado com ganhos reais do salários mínimo nos últimos anos).
O economista da Fundação Getulio Vargas André Braz destaca outro fator de pressão, a disparada dos aluguéis comerciais. "Com a valorização imobiliária nos grandes centros urbanos, os aluguéis têm tido uma valorização relevante."
Outro motivo para a alta é que o mercado de trabalho aquecido, que fez a renda subir e criou uma nova classe de consumidores, que passaram a frequentar mais restaurantes. Além disso, com o crescimento do emprego e mais mulheres no mercado de trabalho (e com menos tempo para cozinhar), comer fora tornou-se uma hábito mais frequente.
"Mais famílias têm ido usualmente a restaurantes, o que gera uma pressão de demanda. O consumidor, no entanto, deve impor o seu limite e reduzir as frequências aos locais que subirem muito os preços."
Segundo Marcelo Moura, economista do Insper, o avanço do rendimento e do emprego fez crescer a demanda por refeições fora de casa e permitiu ainda "um repasse maior de custos mais elevados" dos estabelecimentos, sobretudo a mão de obra.
HORTALIÇAS
O curioso é que neste ano comer em casa subiu mais com o choque dos alimentos no Brasil devido ao clima desfavorável que fez disparar o preço de hortaliças, legumes e frutas --cujo caso emblemático é o tomate-- e no exterior com quebra de safra de grãos em grandes produtores como os EUA.
Com isso, a alimentação no domicílio subiu mais (15,45%) do que fora de casa (10,49%). Em ambos os casos, porém, as altas superam as do mesmo período de 2012 e a inflação pelo IPCA-15 em 12 meses até abril (6,51%).
Comer em casa, porém, ainda é mais barato --custa, em média, um terço do valor da refeição em restaurantes, segundo especialistas.
O especialista da FGV, no entanto, diz ainda que a tendência para os próximos meses é de uma desaceleração dos custos do alimento, resultado da desoneração de itens da cesta básica, em vigor desde março, e de uma safra de grãos "mais robusta" neste ano.
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