POR CARLOS LOUREDO FONTE AGÊNCIA MASXPRESS BURGER KING® comemora 10 anos no Brasil e lança novo posicionamento de marca | |
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O conceito é minimalista: poucos metros quadrados e pequena quantidade de mesas. Com boa comida e bebida, bares acanhados recém-inaugurados na capital dão prioridade ao bate-papo, deixando de lado a badalação típica desses negócios. Do fim do ano passado para cá, sete estabelecimentos no formato surgiram aqui. O mais novo é o Underdog, aberto em Pinheiros há um mês e meio, com 25 lugares e meros 15 metros quadrados. Lá são oferecidos carnes e hambúrgueres a preços acessíveis. O Mandíbula, no centro, funciona desde abril: são 26 cadeiras em 40 metros quadrados. Além dos quatro rótulos de cerveja artesanal, vende 600 discos de vinil.
Outros dois estabelecimentos do tipo chegaram neste ano. O Casa Café, de fevereiro, em Pinheiros, tem 38 assentos e é o maior da leva, com 120 metros quadrados. Os setenta tipos de cachaça, de várias regiões do Brasil, são o ponto forte. Com capacidade para 24 pessoas sentadas e 50 metros quadrados, o Bottega Bernacca, no Jardim Paulista, veio um mês antes. A especialidade é a cozinha italiana, acompanhada de uma carta com 33 vinhos. “Toda semana, montamos quatro opções de massa com ingredientes importados”, diz o sócio Gianluca Perino.
A onda recente começou no fim do ano passado. Em dezembro, apareceram oCateto, na Mooca (36 lugares, 54 metros quadrados), e o Balcão 304, na Saúde (quarenta cadeiras, 100 metros quadrados). O primeiro aposta no mix entre cervejas e frios, enquanto o segundo avança na informalidade e dispensa até os garçons: os clientes retiram os pedidos direto do balcão. Aberto nas Perdizes no mês anterior, oTiquim, com trinta assentos e 50 metros quadrados, une pratos requintados a cerveja. “Queria oferecer um serviço de qualidade em clima de boteco”, diz a chef e sócia Bianca Battesini.
“Não temos serviço de garçom”, alerta a placa pregada na parede deste misto de boteco e empório, numa rua tranquila e residencial da região da Praça da Árvore. Portanto, quem estiver disposto a tomar cerveja deverá se dirigir ao balcão, escolher e retirar a bebida. Saiba mais.
Sobram atributos para esta casa ser um daqueles points descolados dos Jardins. Com pouca luz, seu pequenino salão revestido de madeira dá lugar a apenas sete mesas e à adega que ocupa uma das paredes. Saiba mais.
Na estreia como dono do próprio balcão, o mixologista Marco De la Roche sai-se muito bem. Ele faz ótimos coquetéis nesta casa com pinta de botequim, que em nada lembra os lugares bacanudos da cidade para tomar drinques (muitos deles arremedos dos speakeasies, os bares clandestinos que existiram durante a Lei Seca nos Estados Unidos). Saiba mais.
Um pouco de Williamsburg, o bairro hipster nova-iorquino, é encontrado na barba volumosa de Marcio Tirico, um dos sócios, que fica atrás do balcão. O ambiente rústico também traz ecos daquele pedaço — e olha que estamos na Mooca, meu. Saiba mais.
Bares Variados
Praça Dom José Gaspar, 106 - Galeria Metrópole - 2º andar, loja 40, República
Tel: (11) 3129 3556
Em meio a casas de câmbio e agências de turismo, esta minúscula loja de tijolos e concreto aparentes despontou, dois meses atrás, na Galeria Metrópole, no centro, como bar. Atraídos por cervejas como a Heineken (long neck; R$ 7,00) e a belga Hoegaarden (R$ 20,00), modernos e devotos do rock se distribuem pelos poucos assentos do salão e nas mesas coletivas do corredor.Saiba mais.









