segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

SEGREDO DA ABÓBORA


POR ALEX MARÓSTICA



Um segredinho revelado...

Alguns anos atrás, um ex-professor meu mostrou-me uma análise de sangue; o que eu vi me deixou impressionado.

Os cinco principais parâmetros do sangue, ou seja: ureia, colesterol, glicemia, lipídios e triglicerídeos apresentavam valores que, em muito excediam os níveis permitidos.

Comentei que a pessoa com aqueles índices já deveria estar morta ou, se estava viva, isto seria apenas por teimosia.

O professor, então, mostrou o nome do paciente que, até então, tinha sido ocultado pela sua mão. O paciente era ele mesmo!

Fiquei estupefato! E comentei: "Mas como? E o que você fez?".

Com um sorriso ele me apresentou a folha de uma outra análise, dizendo: "Agora, olhe esta, compare os valores dos parâmetros e veja as datas".

Foi o que eu fiz. Os valores dos parâmetros estavam nitidamente dentro das faixas recomendadas, o sangue estava perfeito, impecável, mas a surpresa aumentou, quando olhei as datas; a diferença era de apenas um mês (entre as duas análises da mesma pessoa)!

Perguntei: "Como conseguiu isso? Isso é, literalmente, um milagre!"

Calmamente, ele respondeu que o milagre se deveu a seu médico, que lhe sugeriu um tratamento obtido de outro médico amigo. Este tratamento foi utilizado por mim mesmo, várias vezes, com impressionantes resultados.

Aproximadamente, uma vez por ano, faço análise de meu sangue e, se algum dos parâmetros estiver apresentando tendência ao desarranjo, volto imediatamente a repetir esse processo. Sugiro que você o experimente.

Aqui está o SEGREDO: Semanalmente, por 4 semanas, compre, na feira ou em supermercado, pedaços de abóbora. Não deve ser a abóbora moranga e sim a abóbora grande, que costuma ser usada para fazer doce. Diariamente, descasque 100 gramas de abóbora, coloque os pedaços no liquidificador (crú), junto com água (SÓ ÁGUA!), e bata bem, fazendo uma vitamina de abóbora com água.

Tome essa vitamina em jejum, 15 a 20 minutos antes do desjejum (pequeno almoço/café da manhã). Faça isso durante um mês, toda vez que o seu sangue precisar ser corrigido.

Poderá controlar o resultado, fazendo uma análise antes e outra depois do tratamento com a abóbora. De acordo com o médico, não há qualquer contra-indicação, por tratar-se apenas de um vegetal natural e água (não se usa açúcar!).

O professor, excelente engenheiro químico, estudou a abóbora para saber qual ou quais ingredientes ativos ela contém e concluiu, pelo menos parcialmente, que nela está presente um solvente do colesterol de baixo peso molecular: o colesterol mais nocivo e perigoso - LDL .

Durante a primeira semana, a urina apresenta grande quantidade de colesterol LDL (de baixo peso molecular), o que se traduz em limpeza das artérias, inclusive as cerebrais, incrementando, assim, a memória da pessoa..




NOVA LEI IMPULSIONA COMIDA DE RUA

POR CARLOS LOUREDO


Nova lei impulsiona mercado de comida de rua em São Paulo

Cachorro-quente, pastel, churrasco, pipoca. A venda de comidas na rua sempre foi uma tradição na cidade de São Paulo, mas medidas adotadas pelo ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD) durante seu segundo mandato (2008-2012) dificultaram a ação de quem se dedicava a esse tipo de comércio. Uma lei sancionada pelo prefeito Fernando Haddad (PT) em dezembro de 2013, no entanto, promete não só reverter tal quadro como impulsionar esse ramo da gastronomia em São Paulo.
Até o ano passado, apenas as vans que vendem cachorro-quente na rua eram regulamentadas por uma legislação específica – o decreto municipal 42.242, de agosto de 2002. Agora, a lei municipal 15.947/2013 vai disciplinar o funcionamento de empreendimentos dos mais variados segmentos gastronômicos. O texto ainda espera regulamentação para entrar plenamente em vigor, mas a expectativa criada pela medida já está fazendo muita gente se mexer para explorar um mercado agora devidamente formalizado.
A grande vedete dessa nova etapa do comércio de comida de rua em São Paulo são os food trucks, veículos customizados onde são preparados e vendidos desde temakis até massas e sanduíches refinados. Muito comuns em cidades dos Estados Unidos e da Europa, eles agora começam a ser cada vez mais procurados por quem planeja aproveitar a nova lei para entrar no mercado de comida de rua na capital paulista.
Gislene Gonçalves Viana, proprietária da FAG Brasil, empresa especializada na customização de automóveis, conta que a procura pelos food trucks aumentou bastante nos últimos meses por conta da aprovação da lei. “Depois disso nós dobramos nosso quadro de funcionários e estamos atrás de um novo galpão para dar conta da alta demanda pelas customizações. Para se ter uma ideia, nosso faturamento de janeiro já foi 50% maior do que o do mesmo mês de 2013”, revela.
A empresária conta que abriu o negócio em 2008, adaptando veículos para realizar trabalhos específicos de transporte, como peruas escolares e ambulâncias. Aos poucos, porém, passou a receber grande procura do setor de alimentação. “Era algo que nossos concorrentes não atendiam, pois demanda grande especialização. Também percebemos que os food truck serão uma tendência no exterior, e decidimos investir nisso. Hoje, eles respondem por 70% dos nossos clientes”, diz.
Além de abrir novas oportunidades para quem quer começar no ramo, a nova lei vai tirar da clandestinidade quem já trabalha com isso há anos, como lembra Rolando Vanucci, dono da Rolando Massinhas, que há sete anos vende seus produtos em Kombis. Ele acredita que a nova legislação trará mais benefícios e liberdade para quem trabalhava de forma ilegal, tornando possível a legalização do negócio.
O empresário, no entanto, faz um alerta para quem pretende entrar no ramo: “Como toda a moda, todos virão atrás. Mas como em todo tipo de negócio, quem estiver apenas seguindo um modismo não se manterá, pois trabalhar na rua traz inúmeras dificuldades, como clima, contratação de funcionários e imprevistos variados”, explica.
Rolando começou a vender massas em uma Kombi sete anos atrás. Inicialmente, era ele mesmo quem fazia as compras, os molhos e a higienização do veículo, e as massas eram terceirizadas. “Com o tempo o negócio cresceu. Hoje nós conseguimos montar uma fábrica de massas, contratamos 17 funcionários e aumentamos o número de kombis espalhadas pela cidade”, conta o empresário.
Para Gislene, as principais vantagens de se ter um negócio na rua é que a pessoa não paga aluguel, tem mobilidade para ir atrás de seu público, e o investimento é bem menor do que o necessário para abrir um restaurante, por exemplo. “É um ótimo ponto de partida para aqueles que querem iniciar seu próprio negócio. Já os clientes grandes não querem ficar para trás desta tendência, e estão investindo nos food trucks como opção para o franqueado”, finaliza.

CLASSE MÉDIA: EXPLOSÃO DE CONSUMO

Por Marcelo Oliveira



Serasa: classe média do Brasil seria o 18º país em consumo

Classe C brasileira gastou cerca de R$ 1,17 trilhão em 2013

Se fosse um país, a classe média brasileira seria a 18ª nação do mundo em consumo, segundo estudo divulgado nesta terça-feira pela Serasa Experian em parceria com o instituto Data Popular. Segundo o levantamento, atualmente a classe C brasileira conta com 108 milhões de pessoa que gastaram cerca de R$ 1,17 trilhão em 2013.
De acordo com o levantamento, a classe média movimentou 58% do crédito no Brasil em 2013. O estudo aponta que, para 2014, a classe C pretende consumir 8,5 milhões de viagens nacionais, 6,7 milhões de aparelhos de TV, 4,8 milhões de geladeiras, 4,5 milhões de tablets, 3,9 milhões de smartphones, além de 3 milhões de veículos.
A pesquisa considera classe C as famílias cuja renda per capita (por pessoa) varia de R$ 320 a R$ 1.120. O levantamento dividiu o classe média em quatro grupos: promissores (19%), batalhadores (39%), experientes (26%) e empreendedores (16%).
Os promissores consomem R$ 230,8 bilhões e seus membros são mais propensos em gastar em beleza, veículos, educação, entretenimento, itens para casa e tecnologia. Já os batalhadores consideram o emprego como o caminho para a estabilidade e tem como objetivo a casa própria e o carro. Os experientes têm consumo anual de R$ 274 bilhões e os gastos estão relacionados a turismo nacional, eletroeletrônicos, serviços de saúde, móveis e eletrodomésticos. Já os empreendedores têm consumo anual de R$ 276 bilhões, com investimentos em educação, eletroeletrônicos, turismo internacional, tecnologia, veículos e entretenimento.
De acordo com o levantamento, a classe média está distribuída em todo o País, sendo 48% no Sudeste, 17% no Nordeste, 18% no Sul, 9% no Centro-Oeste e 8% no Norte

sábado, 1 de fevereiro de 2014

GASTROTOUR DOS CHEFS DA CONFRARIA PELO MERCADO MUNICIPAL DE CAMPINAS

POR RONEI THEZOLI
 
 
 
Em defesa do Mercadão O Mercado Municipal de Campinas, o Mercadão, um dos principais
 
patrimônios históricos e arquitetônicos da
 
 
cidade, precisa ser urgentemente revitalizado. Esta foi a principal constatação de chefs de
 
cozinha e donos de bares e restaurantes
 
 
que realizaram um gastrotour pelo local, neste sábado pela manhã. Durante a visita, a
 
primeira do gênero na história da cidade, os
 
 
profissionais da gastronomia fizeram compras, discutiram receitas e conversaram com
 
comerciantes e frequentadores. Ficou patente
 
para todos que o imóvel carece de obras físicas, mas também de iniciativas que ajudem a
 
recuperar o público perdido ao longo dos
 
 
últimos anos. Diante da situação, o grupo se comprometeu com a associação que
 
representa os permissionários do Mercadão em
 
apoiar um movimento em favor da revitalização daquele espaço e a apresentar sugestões
 
de ações que possam ajudar a revigorar o
 
 
 
 
comércio local. Uma das ideias é propor a criação de uma ala gastronômica dentro ou no
 
entorno do imóvel, para abrigar alguns
 
bares e restaurantes, como forma de atrair novos frequentadores.
 
 
 Os chefs e
 
restauranteurs vão se reunir brevemente para elaborar
 
um projeto nesse sentido. Também ficou definido que um novo gastrotour será realizado,
 
desta vez com a promessa dos chefs de
 
botar a mão na massa. “Vamos improvisar uma cozinha e usar as mercadorias vendidas
 
pelos permissionários para produzir pratos e
 
oferecer àqueles que estiverem passando por aqui”, adiantou o jornalista e chef de cozinha
 
Manuel Alves Filho, um dos organizadores
 
 
do gastrotour junto com Carlos Louredo, sócio do restaurante Joe & Leo’s, e o fotógrafo
 
Ronei Thezolin. A data do próximo passeio
 
ainda será definida. Os chefs e donos de bares e restaurantes também aproveitaram o
 
passeio para provar algumas iguarias vendidas
 
 
no centro comercial e fazer uma degustação de cervejas belgas. Também participaram do
 
gastrotour os chefs Daniel Valay, Luciano
 
Antonello, Theo Medeiros, Heitor Antunes, Vivi Góes, Marcelino Pissolato e Marcelo Ruggeri,
 
além dos donos de bares e restaurantes
 
Paulo Henrique de Oliveira, Mariangela Zanotto, Waldemar Stocco e Silvio Bigon.
 
 
Fotos: Ronei Thezoli