terça-feira, 2 de junho de 2015
2a FEIJOADA DA CONFRARIA DA GASTRONOMIA E DA PORTELA
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Pesquisa mostra Brasil na mira de investidores
Pesquisa mostra Brasil na mira de investidores
Estudo da KPMG aponta País como um dos alvos de investimentos na América Latina mais considerado pelas empresas norte-americanas para os próximos 12 meses
O Brasil é um dos principais focos, entre as nações emergentes, para investimentos das empresas norte-americanas nos próximos 12 meses. O País é o destino principal na América Latina para as companhias que pretendem investir pelo menos US$ 5 mi no mercado internacional e, quando analisadas todas as nações emergentes, o Brasil fica atrás apenas da China. Essa é uma das conclusões do estudo recém-lançado “Perspectivas para os mercados de alto crescimento” (High Growth Markets Outlook Survey, do original em inglês), produzido pela KPMG.
“A pesquisa apontou que o mercado brasileiro ainda está no topo da agenda dos empresários dos Estados Unidos, apesar de uma ligeira queda na intenção de investimentos das empresas norte-americanas no Brasil. Nessa edição do estudo, 22% dos respondentes afirmaram que pretendem investir no País, contra 27% no ano passado”, analisa o sócio da área de estratégia da KPMG no Brasil, Augusto Sales. “De qualquer maneira, precisamos destacar o potencial futuro do País. Muitos investidores estão apostando em investir no longo prazo, o que deve manter o mercado brasileiro aquecido e o País como foco nos próximos anos”.
Quando olhamos as aplicações já realizadas, o Brasil também se mantém no topo. Na última edição do levantamento, 35% dos participantes afirmaram terem feito investimentos no País contra 26% no ano anterior. Em ambos os casos, ele foi a segunda nação dentre as emergentes a mais receber capital americano, ficando atrás, mais uma vez, da China.
A pesquisa também mostrou otimismo por parte dos executivos de negócios norte-americanos envolvidos no desenvolvimento de negócios e estratégia corporativa. Noventa por cento deles apontaram crescimento nas receitas de países de mercados de alto crescimento e emergentes (HGM) e esperam que elas continuem crescendo nos próximos meses. Este número representa um aumento de 13 pontos percentuais em relação à pesquisa realizada em 2013. O levantamento indicou ainda outro fator positivo: embora haja uma série de desafios associados à entrada em novos mercados, as empresas estão buscando se expandir globalmente.
“Grande parte do interesse dos americanos se dá pelo crescimento dos mercados emergentes e de alto crescimento que migraram para o topo da agenda corporativa. O que vimos é que as empresas estão investindo em países do bloco dos BRICs e buscando também alternativas como Nigéria, Quênia, Bangladesh, Myanmar, Mongólia, Irã, Iraque, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos”, aponta Sales.
Mercado de alto crescimento: estratégia e desenvolvimento
Oitenta e quatro por cento dos executivos afirmam que os países de mercados de alto crescimento são importantes para a estratégia e desenvolvimento da sua empresa – um aumento significativo de 37 pontos percentuais em relação à pesquisa da KPMG do ano passado. Além disso, 29% dos respondentes esperam que uma participação maior das suas receitas globais (US$ 31-50 milhões) seja proveniente desses países – um aumento de 17 pontos percentuais em relação aos resultados da pesquisa do ano anterior.
Sobre a pesquisa
A pesquisa foi feita com cem executivos de negócios norte-americanos envolvidos no desenvolvimento de negócios e estratégia corporativa. Com base na receita no exercício fiscal mais recente, 9% dos entrevistados trabalham em empresas com faturamento anual superior a US$ 10 bi; 48% com faturamento anual na faixa de US$ 1 bi a US$ 10 bi; e 43% com faturamento de US$ 100 mil a US$ 1 bi.
Mercado de alto crescimento: estratégia e desenvolvimento
Oitenta e quatro por cento dos executivos afirmam que os países de mercados de alto crescimento são importantes para a estratégia e desenvolvimento da sua empresa – um aumento significativo de 37 pontos percentuais em relação à pesquisa da KPMG do ano passado. Além disso, 29% dos respondentes esperam que uma participação maior das suas receitas globais (US$ 31-50 milhões) seja proveniente desses países – um aumento de 17 pontos percentuais em relação aos resultados da pesquisa do ano anterior.
Sobre a pesquisa
A pesquisa foi feita com cem executivos de negócios norte-americanos envolvidos no desenvolvimento de negócios e estratégia corporativa. Com base na receita no exercício fiscal mais recente, 9% dos entrevistados trabalham em empresas com faturamento anual superior a US$ 10 bi; 48% com faturamento anual na faixa de US$ 1 bi a US$ 10 bi; e 43% com faturamento de US$ 100 mil a US$ 1 bi.
Investimento em franquias é tendência entre empreendedores
Por Marcelo Oliveira
Investimento em franquias é tendência entre empreendedores

Além do direito de uso de uma marca já conhecida, franqueados desfrutam da segurança de ter um negócio já consolidado, com acesso a estudos de mercado e planos de negócios prontos. Entre as vantagens, encontram-se o crescimento do segmento de franchising no país, o marketing compartilhado e o crédito facilitado nos bancos. Segundo pesquisa inédita da Deloitte e Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor faturou no Brasil cerca de R$ 115,6 bilhões, em 2013, e segue em franca expansão.
Para quem busca uma marca sólida e confiável, a escolha pela Cartório Mais é uma excelente opção. Presente em todas as regiões do Brasil e no Reino Unido, a marca é referência em serviços de assistência cartorária e foi destaque no Guia "As melhores franquias do Brasil 2014". Superando as metas estabelecidas para o quesito inaugurações, a rede apresentou um crescimento de 30% no número de lojas em relação ao ano anterior. "Acompanhar todos os processos que envolvem as franquias é um de nossos diferenciais de mercado. Trabalhamos para que os franqueados estejam seguros quanto aos serviços oferecidos pela marca e se sintam amparados em todas as fases de seu negócio", destaca Marcus Aurélio Naves, diretor de franchising da rede.

Os franqueados da Cartório Mais contam com consultoria de negócios, treinamentos periódicos e baixos custos com estrutura, marketing, capital de giro, taxa de franquia e royalties. Entre as categorias oferecidas pela rede, está a Cartório Mais Sede, com investimento de R$ 50 mil e a Cartório Mais Compact, com investimento inicial de R$ 25 mil. O retorno do capital previsto pela franqueadora aos empreendedores costuma ocorrer entre 12º e 18º mês após a inauguração.
Brasil Kirin e Rochinha lançam picolé sabor tubaína
Por Marcelo Oliveira
Brasil Kirin e Rochinha lançam picolé sabor tubaína
Ação foi criada pela agência Leo Burnett Tailor Made para a marca Itubaína.
Produto será vendido em edição limitada durante o verão.
Brasil Kirin e Rochinha lançam picolé sabor tubaína para o
verão 2015 (Foto: Divulgação)
verão 2015 (Foto: Divulgação)
Tubaína no palito. A criação é a aposta para o verão da parceria entre entre a Brasil Kirin, fabricante da Itubaína, e da Sorvetes Rochinha. Produzidos para uma edição limitada, os picolés começaram a ser distribuídos nesta semana nos principais pontos de venda da marca Rochinha, em São Paulo.
Trata-se de uma ação criada pela agência Leo Burnett Tailor Made, responsável pela comunicação do refrigerante, que idealizou a ação e assina, ainda, toda a comunicação do lançamento.
Segundo a Brasil Kirin, é a primeira vez em 60 anos de história da Itubaína que o sabor do refrigerante pode ser degustado em outro produto.
"O sorvete é feito, de fato, com o próprio refrigerante, seguindo o padrão de qualidade da Rochinha", informam as empresas.
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
FOOD PARKS SOBRE AS ÁGUAS
O escritório de arquitetura Spark tem um projeto ambicioso para reativar a vida às margens da extensa baía de Cingapura: o Orquídea Solar, que pretende levar os vendedores ambulantes para os rios. A ideia é usar tecnologia e sustentabilidade para valorizar a baía, que perdeu importância cultural diante do rápido desenvolvimento urbano da cidade-Estado, e modernizar seus tradicionais vendedores ambulantes de comida.

Cada "orquídea" é auto-sustentável e tem sua própria estação de coleta de lixo e tratamento de água (que é devolvida para o rio). Elas compõem parques flutuantes, que funcionam como as feirinhas gastronômicas pop-up que hoje reúnem os food trucks em São Paulo. O telhado é inflável, coberto por um filme formado por pequenas células fotovoltaicas, que geram energia solar a partir da luz captada. Tudo se resolve ali dentro, para não deixar rastro pelas águas por onde passar.
O projeto prevê ainda áreas de convivência, além de espaço para vários restaurantes dentro de cada estação. Modulares, elas se conectam umas às outras, como vagões de um trem, e se adaptam a espaços diferentes. O projeto complementa um plano do governo para construir ilhas artificiais movidas a energia solar e também a maior fazenda flutuante de energia solar do mundo.
Os arquitetos do Spark defendem que a ideia pode ser levada a qualquer cidade que queira revitalizar seus rios e lagos. Para provar seu ponto, o escritório divulgou ilustrações em 3D com as "orquídeas" flutuando também pelo rio Tâmisa, que corta a cidade de Londres, capital da Inglaterra.
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
ALERTA PARA SETOR DE FAST FOODS
McDonald's precisa fazer brasileiro voltar às lojas
Há menos brasileiros indo comer nos restaurantes do McDonald's no país, operados pela Arcos Dorados. Promoções devem se tornar mais agressivas, na tentativa de a empresa recuperar seus ganhos. Em setembro, promoções conseguiram evitar queda maior no tráfego de clientes, mas afetaram margem. A desaceleração no consumo impactou os resultados no Brasil, onde houve retração de 2,4% nas vendas de lojas com mais de um ano de operação e recuo de 4,5% no lucro operacional.
A Arcos Dorados informou que as vendas no Brasil somaram US$ 460,8 milhões de julho a setembro, expansão de 3,7% sobre mesmo período de 2013, quando houve estagnação nas vendas. Ou seja, a base de comparação é fraca. O lucro operacional no país caiu 4,5%, para US$ 40 milhões. Na América Latina, área de atuação da empresa, a queda foi maior, de 44%.
"É hora de arregaçar as mangas para tentar trazer, no tapa, o consumidor para as lojas", disse o consultor Alcides de Mattos Terra Junior.
Na América Latina, o lucro líquido atribuído a acionistas atingiu US$ 240 mil de julho a setembro, forte queda de 98,8% ante igual período de 2013. O resultado foi afetado pela redução do tráfego (incluindo Brasil), problemas na Venezuela e depreciação da moeda argentina. A receita líquida recuou 11,5%, para US$ 904 milhões.
Woods Staton, presidente da Arcos Dorados, informou ontem, no relatório de desempenho, que irá recomendar ao conselho de administração que a empresa suspenda o pagamento
Se reforçar a tática das promoções no Brasil neste ano, a Arcos Dorados tem algumas alternativas para defender rentabilidade. Pode ampliar volume de vendas a ponto de equilibrar margem, reduzir despesas, ou reajustar preços de produtos fora das promoções.
De julho a setembro, a margem de lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) no Brasil caiu 0,6 ponto, para 12,1%, "como resultado dos recentes esforços para proteger a participação de mercado e estimular o tráfego por meio de atividades promocionais", informou a rede ontem.
"Não há muito cálculo para que uma promoção dê certo. As redes têm seus históricos, montam ofertas, colocam na rua e aguardam. O setor de alimentação é muito sensível a renda e emprego, e mesmo com esses indicadores indo bem, estamos gerando empregos com salários mais baixos. Isso afeta o mercado", disse Terra.
No resto do mundo, o McDonald's perde receita e tem seu modelo de operação - com produtos considerados pouco saudáveis - avaliado como fator determinante para os fracos resultados, segundo alguns analistas ouvidos na semana passada pelo "Financial Times". As vendas globais (que incluem EUA, Europa e Ásia) caíram 3,3% de julho a setembro e a estratégia de recuperação passa por uma maior personalização dos hambúrgueres vendidos e inclusão de produtos regionais ao cardápio.
Nos Estados Unidos, fala-se pouco em promoção e tem sido considerada a hipótese, entre especialistas, de uma migração de consumidores do McDonald's para redes de produtos orgânicos e tão baratos quanto a cadeia de fast- food americana. No Brasil, a empresa não faz menção à perda de clientes para outras cadeias, num período de menor renda disponível e de concorrência com resultados que não indicam dificuldades maiores no Brasil.
No Burger King, principal rival do McDonald's em alguns países, as vendas na América Latina e no Caribe caíram 3% em lojas abertas há mais de um ano. Foi a única região com queda no terceiro trimestre. A empresa culpa a economia no México e Porto Rico, mas deixa Brasil de fora. Além disso, as vendas totais do Burger King nas regiões latina e caribenha cresceram 8,7% de julho a setembro.
Alimentação fora do lar desacelera a partir de 2014
POR CARLOS LOUREDO
FONTE VALOR ECONÔMICO
Alimentação fora do lar desacelera a partir de 2014
O mercado de alimentação fora do lar deve crescer apenas 3% este ano no Brasil, descontada a inflação. Tal desempenho representa uma forte desaceleração em relação à alta real de 12% a 14% registrada nos últimos dez anos, segundo estudo da consultoria de varejo Gouvêa de Souza (GS&MD).
Os estabelecimentos que já existiam no ano passado crescem pouco este ano, e algumas redes registram até mesmo queda nas vendas em mesmas lojas. Segundo o consultor da GS&MD especializado em "foodservice", Sérgio Molinari, metade do avanço deve vir de novas lojas. O faturamento de uma unidade nova de uma franquia de alimentação corresponde a cerca de oito vezes o de uma loja antiga.
Este ano o movimento nos restaurantes diminuiu durante a Copa do Mundo. Além disso, o ânimo do consumidor foi afetado por indicadores econômicos e incertezas relacionadas às eleições. Passado 2014, o mercado de alimentação fora do lar deve crescer a uma média anual próxima a 6%, já descontada a inflação, até 2018, estima Molinari. "Todos os fundamentos do crescimento do 'foodservice' perdem velocidade".
O mercado de alimentação fora do lar deve faturar cerca de R$ 270 bilhões este ano no Brasil e atingir R$ 300 bilhões em 2015, segundo estudo da GS&MD que cruza informações coletadas nos estabelecimentos e dados da indústria que fornece alimentos para o setor.
Os dois principais fatores que impulsionaram o crescimento do mercado no Brasil nos últimos anos foram, em primeiro lugar, renda e, em segundo, urbanização. A renda do brasileiro cresceu acima de 3% ao ano nos últimos dez anos. Atualmente, cerca de 88% dos brasileiros vivem em cidades. Em 2000, a taxa de urbanização era de 81%. Mas esses fatores não avançaram mais no ritmo dos anos anteriores. A taxa de desemprego, de 4,9% em setembro, também pode ter chegado a um limite.
No ano passado, as redes tinham um plano agressivo de abertura de lojas no Brasil. Mas o segundo semestre de 2013 foi ruim e, com atrasos nas entregas de shoppings centers e dificuldades para realizar a expansão, as empresas concluíram este ano muitas lojas que deveriam ter sido inauguradas antes. Mesmo assim, segundo Molinari, 2014 deve ter menos inaugurações. Ele pondera que há exceções de redes que vão abrir mais lojas este ano e que aumentam suas vendas em dois dígitos.
A maior parte do crescimento não deve mais vir de pessoas que ainda não comiam fora, como ocorreu há alguns anos, mas sim da sofisticação de quem já é consumidor. A classe C e os novos integrantes da classe B ainda apresentam grande potencial para aumentar seus gastos com a alimentação fora do lar. Para Molinari, os formatos de restaurantes 'casual dining' e 'fast casual' devem crescer mais, pois o consumidor está "mais sofisticado e curioso".
O consumidor das classes A e B1, no entanto, já gasta de 45% a 50% de todo seu orçamento com alimentação em refeições fora de casa, o que já é um patamar elevado, segundo Molinari.
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