quinta-feira, 17 de julho de 2014

TRUCKS FOOD BRASIL - NOVA TENDÊNCIA DA GASTRONOMIA DE RUA

POR CARLOS LOUREDO

O cardápio da comida de rua agora vai bem além do bom e velho cachorro-quente da carrocinha: os “food trucks” estacionaram de vez em São Paulo. Pra não perder nenhuma mordida, fizemos uma lista de delícias pra você experimentar já!

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A fofissima Kombosa, que vende milkshakes em São Paulo  (Foto: Divulgação)Na fofissima Kombosa são vendidos milkshakes em São Paulo (Foto: Divulgação)

Comida boa, preço acessível e refeições que mudam a rotina. Foi essa receita que transformou osfood trucks (verdadeiras lanchonetes móveis) em febre paulistana. E os motivos nem são apenas gastronômicos: “A cidade de São Paulo está passando por um processo de reformulação e muitas pessoas têm sentido falta de atos simples como andar por uma praça e ter pontos de encontro ao ar livre”, diz Alexandre Palo, que está adaptando seuFalafel das Rosas ao formato sobre rodas.
 
A junção de pessoas, “de estudantes a engravatados, passando por famílias inteiras” é o que leva a relações públicas Mariana Marimon aos trucks: “É pra comer sem muita frescura. Se estiver em um parque já transformo a hora do almoço em um belo piquenique com as amigas!”. O preparo próximo da comida também atrai pessoas pra a rua: “Ter o contato direto com os chefs, que antes ficavam escondidos na cozinha, ajuda a deixar tudo mais interessante”, analisa Diego Fabris, do site Destemperados - projeto que mapeia a gastronomia brasileira. 

Quer pegar carona nesta tendência? A gente mostra o mapa da mina gourmet de São Paulo!
 
1 - Rolando Massinha
Um dos pioneiros da comida de rua em São Paulo, Rolando Vanutti é famoso pelas massas frescas (o fettuccini a bolonhesa é vendido por aproximadamente R$ 12,00). A história do empresário das massinhas inspirou um minidocumentário da Volkswagen, que ainda o acolheu em seu estacionamento – onde, aliás, agora também está parado o Rolando Churrinho. Na Avenida Sumaré, 611.
 
2 - Buzina Food Truck
Criado pelos chefs Márcio Silva e Jorge Gonzalez, o Buzina Food Truck mistura praticidade de fast food com qualidade de restaurante. Com mesas, cadeiras e muita música, o público pode escolher entre seis opções de refeições que variam diariamente – mas mantêm os preços entre R$ 15 e R$ 20 e porções generosas. Para almoçar pelas zonas Oeste e Sul de SP basta procurar os pontos de estacionamento na página deles. 
O Buzina Food Truck é comandado pelos sócios  (Foto: Divulgação )O Buzina Food Truck é comandado pelos sócios Márcio Silva e Jorge Gonzalez (Foto: Divulgação )
3 - Holy Pasta Food Truck
Entre os restaurantes móveis de massas frescas, o Holy Pasta Food Truck se apresenta como a opção mais underground. Traz pra dentro da van os produtos do Pastifício Primo a preços entre R$ 15 e R$ 22, incluindo no menu nhoque e ravióli de cordeiro. A base fica na Rua Rodésia 142, na Via Madalena e a hashtag diz tudo: #naruaehbemmaisdahora. Infos na página

4 - Temaki Navan
A ideia do DJ Alan Liao era oferecer uma opção de comida prática, nutritiva e em harmonia com o meio ambiente. Pra isso criou o Navan, que oferece 30 tipos de temaki com preços entre R$ 13 e R$ 20. A preocupação com o meio ambiente não sai de vista: a van, movida a biodiesel, utiliza energia limpa (solar e eólica) para tudo que envolve o restaurante. Pra localizar a temakeria basta checar as informações na página
A van da Temakeria Navan é sustentável  (Foto: Divulgação)A van da Temakeria Navan é sustentável (Foto: Divulgação)
5 - Kombosa Shake 
Uma mistura de três paixões: milkshake, kombi e food trucks. O resultado? Um veículo em cores de marshmallow que fica estacionado na frente do número 515 da rua Fidalga (e que, de tão bonitinho, abre esta matéria). São mais de 50 sabores, desde os tradicionais chocolate e ovomaltine até os personalizados mocha e mousse de limão siciliano. A intenção do empresário Diego Juliano é que a Kombosa Shake circule pela cidade. Mal podemos esperar!
 
7 - Food Truck da Casa Cor
O projeto reúne no mesmo food truck os chefs “hamburgueiros” Gilson de Almeida (Na Garagem), André Tarantino e Pedro Tarantino (Vinil) Gabriel Gaiarsa e Bruno Ferraro (Rock ’n’ Roll). Sobre rodas, eles são desafiados a elaborar sobremesas com ingredientes da marca de chocolates Kopenhagen. Ficam até o dia 20 de julho no Jockey Club de São Paulo, na Av. Lineu de Paula Machado, 1171.
 
8 - La Buena Station 
O tempero mexicano está presente nas opções de tacos, burritos e nachos deste food truck. Pros adoradores de guacamole, a pedida é certeira - basta seguir as rotas aqui.
 
9 - Massa na Caveira 
O clássico amor paulistano pela pizza também se desloca pela cidade - mais especificamente pelas zonas Oeste, Sul e Norte de SP. Nas mãos de Raphael Corrêa e Juliana Duarte, as receitas preparadas na kombi acabam em brotinhos de massa artesanal e crocante com cobertura fresca.O preço fica entre R$ 12 e R$ 15. Endereços na página do restaurante.   
Para encerrar, o tradicional cafezinho!  (Foto: Divulgação)

terça-feira, 1 de julho de 2014

Brasileiro que se preze seca a Argentina.

POR LUIZ CEARÁ

Brasileiro que se preze seca a Argentina. 

Datenão, meu irmão de tantos anos de batalha e Neto, representaram toda a nação na Band. Não transmitiram o jogo dos hermanitos contra a Suíça, apenas secaram. Foi um show. Não tem boteco neste país que perdeu essa transmissão exclusiva para quem queria a Argentina fora da Copa.

Os hermanitos jogaram um primeiro tempo dividido em ação, ataque, força e talento com os suiços. Messi não conseguiu fazer o seu jogo e isso igualou as seleções. Messi era a diferença e ela nãom apareceu.

No segundo a Suiça veio pensando em se defender e levar o joogo para o contra ataque. Mas como não teve talento, apenas se defendeu. A Argentina não estava no seu dia e Messi longe, mas muito distante dele mesmo. O jogo foi para a prorrogação. Bom para os suiços, ruim para quem acreditava numa vitória sem problema.

A prorrogação foi uma pelada ao melhor estilo. Pura, com jogadas de efeito, grandes espaços – por que todo mundo tava mais do que cansado – e as duas seleções procurando uma bola boa. E teve mais, muito mais. O lance mais louco desta Copa, que eu, em 45 anos de jornalismo nunca tinha visto. O juizão atrapalhou um lance de ataque da Suiça. E levou uma dura, um cartào, uma esculhamação do atacante suíço Shaqiri. Saiu um “vai se fo..”clarinho na tela cheia. "Que beleza", como diria o super Milton Leite nos seus dias de glória. A galera do Itaquerão, é claro, gritou olé.

É, mas quem tem Messi, tem Messi. E Messi é Messi. É emoção sempre guardada. Uma jogada, por uma bola. Ela veio na roubada de bola que caiu pra ele. E ele caminhou como Messi que é. Passou pelo zagueiro de passagem e na entrada da área, generosamente como Messi que é, serviu Di Maria. Ele chegou e tocou de primeira, perna esqueda no canto direito do goleirão. 
A Argentina teve ainda além do 1 A 0, a sorte ao seu lado. O suiço meteu de cabeça e a bola bateu na trave e no corpo dele. Gol aberto e goleiro batido. A bola, argentina desde criancinha saiu. Acabou, os hermanitos passaram com pinta e sorte de Campeão.Desconjura!!!

terça-feira, 17 de junho de 2014

PEPE É JUVENIL!

POR LUIZ CEARÁ

Tava na cara o que poderia acontecer. 

Pepe não tem estrutura emocional para ser jogador de elite. Deu muita sorte na vida esse peladeiro. Da uma de bravo em todos os jogos, corre pra cima e dá pontapé à vontade. Não gosto e nunca gostei dele como jogador. Inconfiável. Incontrolável.

Na Copa da África deu uma de gostoso e tratou mal alguns jornalistas brasileiros. Não gostava de ser chamado de brasileiro. Sempre dizendo que era português. Tudo bem que fez sua vida profissional em Portugal e melhor ainda que se naturalizou português. Duas coisas. Não teria chance de jogar na nossa seleção, e segundo, é legal agradecer assim ao país que o adotou.

Fez contra a Alemanha um péssimo início de Copa, destemperado. Perdeu de cabeça no gol do zagueiro Hummels e se irritou mais ainda. Daí pra fazer a bobagem que fez, foi um segundo. Numa jogada com Muller ele poderia se dar bem, mas engrossou o caldo. Deu um chega pra lá com o braço, atingiu o jogador no rosto. O tabefe nem foi  tão forte, mas Muller que não é trouxa caiu e levou a mão ao rosto. 
O que nosso Pepe fez? Foi até ele, e irritado, deu uma cabeçada. Muller levantou e encarou o português. O juizão viu tudo, e botou Pepe pra fora.

Juvenil, é isso que o Pepe é. Juvenil.

Se eu fosse o chefe da delegação portuguesa mandava ele pra casa. Desligava. Ele contamina, não é jogador de grupo e nem tem classe para uma Copa do Mundo, onde é exigido educação em campo, o chamado Fair Play. Muller ainda fez mais um gol depois disso.

Com 3 a 0 no placar e um calor de 33 graus, a Alemanha veio para o segundo tempo pra tocar a bola e tentar fazer mais uns dois pelo menos. Deixou de fazer uns três com certeza e Muller decretou o 4 a 0 fora o baile aos 33.

A seleção da Alemanha também, como o Brasil, tem muita chance de levar o caneco, ou não?

sexta-feira, 13 de junho de 2014

O BRASIL NÃO JOGOU BEM, MAS VENCEU!

POR LUIZ CEARÁ


Paciência.Raça.Brasilidade.
Foi preciso muito de cada uma dessas qualidades no primeiro jogo do Brasil. Fora a tensão da estréia.

Eu já disse aqui que treino é treino jogo é jogo, como sentenciou Didi, o inventor da “Folha Seca”. O Brasil treinou contra Panamá e Servia. Mas contra a Croácia era pra valer, era jogo. E foi suado.

Até começar a jogar nossa seleção tomou três contra  ataques. E foi assim, em velocidade, que numa bola espirrada, que bateu na zaga e depois no pé de Marcelo, que a Croácia fez 1 a 0.

Nossa seleção mandou no jogo a partir daí e empatou num chute mais traiçoeiro do que de força de Neymar, depois de jogada de recuperação de Oscar, o melhor do primeiro tempo. Não de tempo para mais nada.

Felipão chutou o balde reclamando da arbitragem do japonês Nishimura, juizão que viu a cotovelada de Neymar e mais nada. Nada, nada. Um banana.

O segundo tempo começou com cheiro de empate. Com 15 e um pouco mais Hernanes, entrou no lugar de Paulinho. Depois entrou Bernard no lugar de Hulk, que não tinha entrado em campo, se me entende o amigo.

Felipão queria mais criatividade e o time mais na frente, e velocidade, é claro.

Nada disso importa quando se tem estrela. Fred, o sumido sofreu um pênalti que não foi. Êta japonês ruim de apito. Nosso Nishimura meteu a bola na cal e Neymar bateu mal, mas fez. Um 2 a 1 amarelo.

Oscar estava jogando muito e o Brasil teve boas oportunidades. Até o final a Croácia se mandou à frente e pressionou, mas não deu. Julio Cesar fez grande defesa e em seguida o castigo.

Oscar se mandou numa roubada de bola. Foi, foi e deu de bico que o jogo é de campeonato. Um 3 a 1 para me consagrar no bolão do Bola Dividida e aqui da minha casa.

O Brasil jogou bem ? Não.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

NÃO ADIANTA MAIS TREINAR...A COPA JÁ CHEGOU!

POR LUIZ CEARÁ

Quando treinar não vai adiantar.

Não, não da mais tempo pra nada. Treinar, arrumar no gramado erros cometidos durante este período de treinamento, isso me parece impossível. Por quê? Porque os caras não tem mais cabeça pra isso.

Nenhum jogador do Brasil ou de alguma seleção que vai disputar a Copa tem mais cabeça pra ouvir o treinador gritar ou mesmo falar mansamente na sua orelha sobre isso ou aquilo, como diria o próprio treinador Felipão.

O que fazer se os jogadores que vão disputar a Copa não querem mais ouvir nada? E porquê não querem? Por que a cabeça já está no primeiro jogo. Então neste momento é conversar sobre a Croácia, em pequenos grupos ou mesmo coletivamente. È isso o que está acontecendo.

A boleirada está super concentrada. Quartos individuais como os de hoje não ajudam muito. Mas eles se encontram nas áreas coletivas da Granja e falam e falam e falam sobre a Croácia.

Na mente de cada um, a jogada perfeita. Fred mentaliza sua esperteza e a fase de ouro. O centroavante quando entra nesse estágio, decola. Difícil a bola dele não entrar. Marca gols até deitado nosso Fred.

Neymar só pensa na sua consagração como o maior jogador da Copa. Como ser esse personagem? É o que ele está resolvendo agora em seus pensamentos.

E assim, um a um em suas mentes eles tentam imaginar como materializar seus sonhos. O maior deles sem duvida é o do goleiro Julio Cesar. Sua meta, o que está passando pela cabeça dele agora, neste momento, o que não deixa que ele passe uma noite de sono inteira sem acordar algumas vezes, é simples. Mas definitivo. Ele não quer virar Barbosa. Que tenha uma boa sorte.

O Brasil está pronto assim.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

ANVISA CLASSIFICA 38% DOS RESTAURANTES COM PADRÃO IDEAL

POR MARCELO OLIVEIRA
REVISTA EXAME
O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgaram nesta quinta-feira, 05, o resultado de um estudo que categorizou os serviços dealimentação oferecidos por 2.075 estabelecimentos distribuídos por 26 cidades em todo o Brasil.
Entre os municípios avaliados, 11 vão receber jogos da Copa do Mundo.
Dos estabelecimentos categorizados, 38% obtiveram o selo A, que representa o padrão sanitário ideal; 41% ficaram na categoria B e 15% na C. Outros 6% foram avaliados como pendentes.
Com relação aos serviços de alimentação nos aeroportos, 53% alcançaram a nota A; outros 39% ficaram com o selo B e 6% na C.
Apenas 2% dos estabelecimentos não apresentaram condições sanitárias mínimas e foram classificados como pendentes.
Somente os estabelecimentos das categorias A, B e C receberão o selo, que tem validade até agosto deste ano, e será afixado pela Anvisa na entrada do local.
Os comércios classificados como pendentes terão um prazo para se adequar às normas da vigilância. Caso não corrijam as falhas podem sofrer sanções, que vão desde multa até a interdição, em casos mais extremos.
A distribuição dos selos já começou a ser feita pela Anvisa. Os estabelecimentos do Distrito Federal serão os primeiros a receber a distinção.
Critérios
O processo de categorização se dividiu em três etapas: auto avaliação, primeiro e segundo ciclo. A auto avaliação foi realizada pelos próprios estabelecimentos, entre junho e setembro de 2013.
No primeiro ciclo, feito pela Anvisa entre agosto do ano passado e janeiro deste ano, foram avaliados 2.172 estabelecimentos em 24 cidades. No segundo ciclo, realizado quatro meses depois, o número de cidades subiu para 26 e foram categorizados 2.075 locais.
A categorização da agência em A, B ou C levou em conta os resultados do segundo ciclo.
O presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, destacou a importância do projeto para os consumidores.
"Essa classificação permitirá ao cliente ter a clareza sobre as condições sanitárias do local, ele diferencia os estabelecimentos que cumprem as condições sanitárias básicas e os que fazem questão de ter um nível de excelência.
Além disso, o selo serve como ferramenta para que o proprietário busque qualificação e melhores práticas de gestão".
De acordo com a gerente-geral de alimentos da Anvisa, Denise Resende, o estudo avaliou, em média, cerca de 10% do total de estabelecimentos comerciais em cada cidade.
"A categorização foi inspirada em projetos de sucesso semelhantes aos que ocorrem em Nova Iorque e Londres. A inspeção foi feita pelas vigilâncias locais, com apoio total da Anvisa", declarou. A definição dos estabelecimentos avaliados nos municípios levou em conta critérios como rotas turísticas, circuitos gastronômicos e áreas de lazer.
Qualidade
O objetivo do programa é avaliar o cumprimento das normas sanitárias em bares, restaurantes e lanchonetes. Com a classificação, a vigilância sanitária pretende informar aos consumidores a qualidade dos alimentos servidos nesses locais.
Entre os itens analisados estão o controle de temperatura e tempo dos produtos, condições de higienização, utilização de água potável e prevenção de contaminação. Os estabelecimentos avaliados foram classificados e receberam um selo, que varia entre A, B, C.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, ressaltou que 94% dos estabelecimentos estão adequados à legislação sanitária vigente.
"Os locais que cumprem mais rigorosamente os requisitos da vigilância receberam o selo A, seguidos pelos selos B e C.
Os estabelecimentos também podem ser classificados como pendentes. Isso acontece quando no momento da inspeção possuíam condições inaceitáveis".

BRASIL E SÉRVIA SEM BABAÇÃO EM SÃO PAULO

POR LUIZ CEARÁ

Felipão não precisa ter medo de São Paulo. O time dele é bom, está em ritmo de treinos finais para o início da Copa e é certo que o torcedor sabe disso.

Se a seleção jogar com garra – e está jogando – e se mostrar determinada, não vai ter vaia. Se os jogadores mostrarem um certo entrosamento – e estão mostrando e por isso foram campeões da Copa das Confederações – não serão vaiados. E, se a seleção mostrar o futebol bonito e solidário que o torcedor gosta, claro que não será vaiado. Basta prestar atenção, entrar ligado e fazer o fácil.

Fora isso, vai ter vaia. Até porque, o torcedor pagou caro e tem o direito de vaiar. Ou eu estou errado?

O que eu temo é como o dia vai começar na maior cidade do país. Sem ônibus, metrô ou por causa de concentrações de manifestantes, vai ser difícil chegar ao Morumbi e isso, irrita. Tudo o que vai acontecer na cidade neste dia de jogo da seleção vai pesar no comportamento do torcedor.

Felipão conhece tanto São Paulo que não queria jogar aqui. Tentou levar o amistoso para outro estado. Mas eu tenho uma opinião fechada.

Vai ser um grande teste, o melhor que ele poderia ter. Por quê? Porque será bom, na verdade ótimo para testar nervos e o comportamento dos atletas - a maioria nunca jogou uma Copa – num momento único, sem oba oba, sem babação de ovo e sem puxa-saquismo. Pura pressão vindo da arquibancada, fungando no cangote, como diria mestre Quim do Jambeiro: O bafo é tanto que esquenta a orelha, ele sintetiza sorrindo com seus mais de 30 anos de várzea.

Em São Paulo, Felipão sabe, o buraco é mais embaixo.