POR LUIZ CEARÁ
Paciência.Raça.Brasilidade.
Foi preciso muito de cada uma dessas qualidades no primeiro jogo do Brasil. Fora a tensão da estréia.
Eu já disse aqui que treino é treino jogo é jogo, como sentenciou Didi, o inventor da “Folha Seca”. O Brasil treinou contra Panamá e Servia. Mas contra a Croácia era pra valer, era jogo. E foi suado.
Até começar a jogar nossa seleção tomou três contra ataques. E foi assim, em velocidade, que numa bola espirrada, que bateu na zaga e depois no pé de Marcelo, que a Croácia fez 1 a 0.
Nossa seleção mandou no jogo a partir daí e empatou num chute mais traiçoeiro do que de força de Neymar, depois de jogada de recuperação de Oscar, o melhor do primeiro tempo. Não de tempo para mais nada.
Felipão chutou o balde reclamando da arbitragem do japonês Nishimura, juizão que viu a cotovelada de Neymar e mais nada. Nada, nada. Um banana.
O segundo tempo começou com cheiro de empate. Com 15 e um pouco mais Hernanes, entrou no lugar de Paulinho. Depois entrou Bernard no lugar de Hulk, que não tinha entrado em campo, se me entende o amigo.
Felipão queria mais criatividade e o time mais na frente, e velocidade, é claro.
Nada disso importa quando se tem estrela. Fred, o sumido sofreu um pênalti que não foi. Êta japonês ruim de apito. Nosso Nishimura meteu a bola na cal e Neymar bateu mal, mas fez. Um 2 a 1 amarelo.
Oscar estava jogando muito e o Brasil teve boas oportunidades. Até o final a Croácia se mandou à frente e pressionou, mas não deu. Julio Cesar fez grande defesa e em seguida o castigo.
Oscar se mandou numa roubada de bola. Foi, foi e deu de bico que o jogo é de campeonato. Um 3 a 1 para me consagrar no bolão do Bola Dividida e aqui da minha casa.
O Brasil jogou bem ? Não.
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