quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Brasileiro lança clube global de empreendedorismo.

Por Carlos Louredo - Fonte Estadão

Ricardo Bellino cria projeto com sede no Vale do Silício, inspirado no 'La Masía' do Barcelona Futebol Clube, a escola de formação de talentos do time espanhol.


Beth Lopes, da Agência Estado
    Com o objetivo de formar jovens empreendedores usando um modelo novo que respeite as características de cada indivíduo, o empresário brasileiro Ricardo Bellino, autor do livro "You Have 3 minutes", publicado no Brasil pela Editora Campus Elsevier, fundou o clube de empreendedorismo global, denominado ''School Of Life'' (Escola da Vida). O projeto foi inspirado no "La Masía" do Barcelona Futebol Clube, escola de formação de talentos do clube espanhol.

'O Brasil será o primeiro mercado de atuação do nosso clube', diz Bellino - Epitacio Pessoa/Estadão

'O Brasil será o primeiro mercado de atuação do nosso clube', diz Bellino
"School Of Life está para o empreendedorismo tal qual La Masía do Barça está para o futebol. Buscamos os Messi, os Dani Alves, os Xavi do mundo do empreendedorismo. O Brasil, por seu grande número de talentos, será o primeiro mercado de atuação do nosso clube de empreendedores", afirma Bellino, que, dentre outras atividades, foi o primeiro sócio comercial da Trump Organization fora dos Estados Unidos.
Com sede em Silicon Valley, a School of Life é uma multiplataforma (on-line e off-line), cuja âncora será um jogo (The Game of Life), que irá provocar e desafiar seus participantes com tarefas reais - transmitindo conhecimento e educação durante todo o processo. Os talentos extraordinários receberão prêmios, como a possibilidade de serem convidados a participar de uma experiência de um mês no Vale do Silício - com mentoring, coaching, aulas, visitas técnicas e um evento final para apresentação dos talentos à imprensa e investidores.
O clube de empreendedores também atuará por meio de "Street Talks", palestras com empreendedores de renome, realizadas em diferentes partes do País e do mundo. O projeto da School Of Life foi desenvolvido pelo centro de criatividade e inovação Imagine, que tem sede no Vale do Silício, sob a supervisão de outro brasileiro, o jornalista Anderson Hartmann, publisher da Cachaça Comunicações.
"Nosso desafio foi criar um novo modelo de educação que rompa a linearidade e padronização da metodologia de ensino e contemple um aprendizado coletivo que respeite as características de cada indivíduo. Como as novas gerações estão mais preocupadas em aproveitar o caminho, criamos uma comunidade online com um game interativo e personalizado que oferece um aprendizado contínuo baseado na metologia Learn by Playing", informa Hartmann, destacando que trabalhou no projeto ao lado do publicitário espanhol Natx Ayxelá e do mexicano Pablo Quijano, fundador do Movimento "Wallpeople".
De acordo com Bellino, na School Of Life todos têm espaço: pessoas de diferentes idades, de distintas nacionalidades e de todas as classes sociais, basta ter talento e acreditar no impossível. "School Of Life apresenta uma proposta disruptiva de desenho educativo do futuro para empreendedores. O resultado do trabalho da equipe de ''dreamers'' que criou a metodologia é sensacional, com espaço inovador, inspirador, personalizado e divertido na era pós-digital", destaca Hugo Pardo Kuklinski, professor da Universidade de Stanford, um dos mentores do grupo que criou o clube de empreendedores. O site traz informações sobre o projeto. Há dicas também no Facebook.

La Masía
"La Masía de Can Planes" é uma antiga casa de fazenda por onde passaram mais de 500 jogadores nos últimos 30 anos. Responsável pelo modelo de desenvolvimento de talentos do time do Barcelona, Oriol Tort decidiu transformar o local numa residência para jovens promissores em 1979. O objetivo da iniciativa visionária, pioneira no futebol europeu, é desenvolver os jogadores não apenas como atletas, mas principalmente como pessoas. A preocupação é a de reunir jovens não só com talento para o esporte, mas com empenho em vencer e capacidade de trabalhar em equipe.
Bellino viajou aos 21 anos de idade para os Estados Unidos como carteiro da DHL para concretizar um sonho. Sem nenhum tostão no bolso e sem saber falar uma palavra de inglês, tinha uma boa ideia na cabeça: levar para o Brasil a agência de modelos Elite. Anos depois, seu primeiro empreendimento revelaria para o mundo a modelo Gisele Bündchen, entre outras estrelas do mundo da moda e da beleza. Bellino também foi sócio comercial do bilionário Donald Trump e agora alça novos voos com a Escola da Vida.

O FIM DO JORNAL DA TARDE


Por Luiz Ceará

Eu vou sentir saudade, muita mesmo. Fiquei honrado quando conheci meu amigo Savoia, no dia em que apertei a mão do Barklanos, da Denise e do Castilho.

Depois trabalhei ao lado do Prósperi e do Cosme Rímoli.

Um tempo de saudade e respeito pela notícia, a verdade e decência. Saudade dos profissionais.

Por isso, em homenagem a este JT que sempre respeitei, estou repetindo a crônica sentida e chorada do meu amigo Menon. Abaixo.

O JT e seus matadores merecem aplausos
29/10/2012 às 23:30, por [ Menon ]

Foi em Cali, na Colômbia, após uma conversa com Paulo Cobos e Fabio Victor, repórteres da Folha, que eu criei o mito dos Matadores do JT. Brincadeira interna entre nós – Cosme Rimoli, Luis Prósperi, José Eduardo Savoia, Luis Augusto Monaco e eu, que nunca teve intenção de melindrar amigos e concorrentes, mas que nos rendia muitas risadas.
Mas voltemos àquela Cali de 2001, onde havia espaço nos cinemas para que as pessoas deixassem suas armas antes de entrar para a sessão. Onde fui comprar um remédio e me deparei com um segurança da farmácia com um rifle na mão. O time de Felipão havia se classificado e viajaria até Manizales para enfrentar Honduras. Todos os jornalistas brasileiros alugaram um ônibus para a tortuosa viagem. As curvas da estrada de Manizales são um horror. Quem acredita em alguma entidade superior, acaba rezando. Não tem jeito.
Queria fazer alguma coisa diferente e no dia anterior, aluguei um carro. Cheguei a Manizales um dia antes de todos. Avisei à chefia do JT que faria isso e eles esconderam minha viagem. Os colegas do Estadão – o grande Eduardo Maluf era um deles – não sabia de mim. O jornal pegou o material deles e me deixou livre.
Cheguei a Manizales com Edu Garcia, o fotógrafo, e tiramos muitas fotos do estádio, que seria inaugurado. Entrevistei Maradiaga, um dos homens mais feios da história da humanidade, que era treinador de Honduras. Falei com o goleiro Valladares e lhe contei que Marcos, goleiro do Brasil, havia dito que não conhecia Honduras. “Então, ou ele não foi na escola, ou o ensino no Brasil é muito ruim”, disse o goleiro.
Como não tinha hotel para mim em Manizales, voltei a Cali. Quando cheguei ao hotel, me encontrei com Cobos e Fabio Victor. Eles me perguntaram onde eu havia estado. Contei da viagem e eles disseram. “Voces do JT sempre aprontam alguma. A gente só tem medo de vocês”.
Era verdade. Não digo isso por mim, mas pela tradição do jornal. O respeito pela editoria de esportes vinha de décadas atrás, construída por monstros como Vital Bataglia, Roberto Avallone, Sergio Baklanos, Denise Mirás, Castilho de Andrade e tantos outros.
O respeito era muito. Em 1995, na Copa América do Uruguai, eu estava na Gazeta Esportiva e percebi como a Folha da Tarde havia escalado um repórter apenas para ficar grudado em Cosme Rímoli e Prósperi. Ficou com o apelido de Sombra.
Mas, voltemos aos Matadores. Desculpem o vaivém. Foi então que inventei que todo mundo tinha medo da gente. E, no caminho ao Morumbi, a cada domingo, seja quem fosse meu companheiro de cobertura – sempre um dos quatro – falava para o motorista ir mais devagar. Queria ser o último a sair do carro, com o computador na mão, como se fôssemos aqueles mafiosos de filmes, só para assustar a concorrência. “Quando a gente chega, eles tremem. Chegaram os matadores, é o que pensam”, eu falava. E toso mundo ria.
Um riso do bem, sem arrogância. A gente era feliz, estava no melhor caderno de esportes do Brasil. Eu estava no jornal que gostava de ler desde há muito. Era o jornal ideal para mim, com a possibilidade de escrever textos longos e bem trabalhados. Foram muitos.
Em 2006, cinco anos após ter, com consentimento da direção, alugado um carro para andar uns 200 kms em busca de um furo, fui demitido do JT porque a contabilidade achou um erro nas minhas contas. Canetas de cores diferentes em uma nota de DEZ euros.
Eram novos tempos. Meu chefe não teve a coragem de me demitir. Ele só chegava a tarde no jornal e pediu que o Castilho me comunicasse pela manhã. Nem viu a minha cara. Junto comigo, saiu a Denise, depois o Rímoli e o Savoia, a ordem não interessa muito.
O Prósperi foi para o Estadão. Ficou o Guto a comandar o nosso JT.
Podia pedir um minuto de silêncio. Podia dizer RIP. Mas, sou matador, velho.
UMA SALVA DE PALMAS PARA O JT. É  O QUE PEÇO A VOCÊS.


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

PAPO DE QUANDO SE JOGAVA BOLA, A REDONDA.

Por Luiz Ceará


Ontem fui ao Rio de Janeiro para um evento do Banco Santander. Fizemos um bate papo sobre futebol e a vida de cada um, os rumos dela. Participaram Carlos Alberto Torres, o capitão de 70, Paulo Cezar Caju meu velho e querido amigo, o goleiro Mazaropi, ídolo e campeão do Mundo com o Grêmio e um jogador como não existe mais hoje: simplesmente Adílio,do tripé de meio campo do maior time do Mengão com Zico e Andrade. Na platéia, empresários, muitos deles me comunicando que acessam o Blog o que me deixou imensamente feliz.

Em certo momento, olhei pra cara do “capita” e disparei. Como foi que você virou capitão de time de futebol com 22 anos? E do Santos de Pelé e Cia?

Resposta de Carlos Alberto Torres – “ O Santos ia excursionar e ficou acertado que Pelé iria ganhar 10 mil dólares por jogo. Justo pra ele, na época uma fortuna. Mas nós, os jogadores iríamos ter nosso bicho que era de 500 dólares diminuído em 250. Iríamos ganhar a metade para o Pelé ganhar mais.

Os jogadores se revoltaram e decidimos não entrar em campo. Fui escolhido para comunicar ao presidente do Santos. Por ser mais novo ele poderia ficar sensibilizado.

Não ficou e me deu o maior esporro. E avisou que iria ao vestiário falar com os jogadores. Desceu e na frente de todos perguntou; - Quem não vai viajar? Eu, esperando estar com a maioria levantei a mão. Sozinho. O presidente me olhou e me chamou para nova conversa na sala dele. Tremenda gelada, eu pensei. Vou ser demitido. Como pude entrar nessa?

Na sala ele me falou: - Me de a mão Carlos Alberto. Pela sua coragem de hoje em diante você é o capitão do Santos. E mais, vai receber o bicho inteiro, os 500 dólares. Mas não conta para os outros. Só você vai receber.

Recebi sempre a mais e nunca contei a ninguém.”

Teve empresário que chegou a cair da cadeira de tanto rir. São as histórias da vida da bola, digo, de quando se jogava bola redonda.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Brasil 4, Japão 0. A falsa imagem de um time em formação.


Brasil e Japão logo de manhã. Um amistoso, longe de ser um jogo que seja válido para muita coisa. Valeu somente para Kaká.

Por quê? Porque embora Kaká tenha entrado bem no meio campo completado por Ramires, Paulinho e Oscar, ainda falta.Hulk não dá mesmo. Mano Menezes sabe em sua cabeça que não é burra, que necessita de um centroavante.Tem aí Luis Fabiano ou Fred sem teimosia nem ataques de frescura. Sem ranço, Mano.

A defesa está praticamente montada ou formada, só faltando um goleiro. Dos que tem à disposição falta testar o Diego Cavalieri. Talvez ele e o Jeferson e mais um.

E vamos esperar o Ganso. Ano que vem ele está na área.

O jogo amistoso? Mais um contra time pequeno que não vale nada. Sem uma marcação decente para testar o meio campo e o ataque, Paulinho apareceu mais de uma vez no primeiro tempo, livre pra fazer o gol. Fez um e poderia ter feito outro. E o juizão, até lá tem assoprador de apito, deu um pênalti que não foi. E Neymar fez 2 a 0.

No segundo tempo vieram mais dois gols. Logo de cara um de Neymar e um de Kaká que disse que contribuiu como pode e mais, que gostaria que a comissão técnica também tivesse aprovado suas atuações para merecer outras oportunidades. Mano só não convoca Kaká e o efetiva nesse time se for louco ou não gostar de futebol

A história é simples. Enquanto o Brasil não jogar contra seleções de ponta não vai dar pra saber se essa que o Mano montou é boa. Jogar contra ventanias é fácil, dá uma falsa moral ao treinador que pensa que está fazendo bem sua função, mas não prepara o time para uma competição como a Copa das Confederações, muito menos para uma Copa do Mundo.


quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Combine sua bebida favorita com refeições e acompanhamentos

Postado por Carlos Louredo


Seja qual for o seu estilo, veja como complementar o sabor daquela bela garrafa ou de um prato especial.
A primeira regra da harmonização de bebidas e alimentos é que não existem regras, brinca o ‘cachacier' Mauricio Maia. A recomendação dos especialistas é experimentar até encontrar a combinação que mais agrade o paladar.
Porém, é possível respeitar as características e limitações de cada bebida e combinar os sabores por contraste ou similaridade. Dessa forma, o investimento em um bom vinho não será desperdiçado apenas porque o prato que o acompanhou "não combinou".
Geralmente, pratos mais gordurosos pedem bebidas mais intensas. Um exemplo é a carne de churrasco, que combina com vinho tinto mais forte, como os da região de Syrah, na França, conta Arthur Azevedo, diretor executivo da Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo (ABS).
"A gordura da carne harmoniza por contraste com a acidez do vinho", explica. "Não é indicado beber um Pinot Noir, mais delicado, enquanto se degusta uma costela".
O especialista aponta que, para uma boa harmonização, é necessário conhecimento tanto sobre gastronomia como vinhos. Um mesmo prato preparado de forma diferente pode não harmonizar com a bebida.
"O maior erro é não respeitar a compatibilidade entre a bebida e a refeição. A mistura de vinho tinto com camarão fica muito doce. Já o mesmo vinho com queijo brie fica amargo", aponta Azevedo.
No caso da cerveja, além de oferecer uma grande quantidade de sabores, tem diversidade de cores (amarelas, vermelhas, cobres e pretas), o que faz com que possa ser combinada com diversos alimentos.
"A harmonização engloba todos os sentidos, inclusive a visão. Ter coloração variada auxilia neste processo", diz o ‘beer sommelier' Julio Machado Junior.
O fato de a bebida conter grande quantidade de carbono a torna própria para acompanhar alimentos mais gordurosos. "O carbono limpa o paladar. Após cada gole de cerveja, parece que estamos dando a primeira garfada", explica Junior.
Já a harmonização da cachaça, que tem alto teor alcoólico, é mais complexa. Mas, segundo Maia, é um mito que a bebida não combina com pratos.
"A harmonização precisa ser feita com parcimônia, de modo que outras características dos acompanhamentos se sobreponham ao álcool e destaquem outras características do destilado", explica.
É possível até combiná-la com pratos delicados. Cachaças mais leves e neutras, envelhecidas em madeiras como jequitibá e amendoim, vão bem com ceviche. "A madeira combina com o toque cítrico do prato e ressalta a característica do peixe", aponta o cachacier.
Para quem gosta de um café após as refeições, é possível combiná-lo com queijos ou a sobremesa, diz Gelma Franco, especialista em cafés e diretora de marketing da Associação Brasileira de Cafés e Baristas (ACBB).
"Uma torta de limão, por exemplo, já tem acidez ressaltada. Se for acompanhada por um café do Cerrado, fica desequilibrada. É preferível um café neutro, da região de Alto Mogiana, em São Paulo."
Ela diz que o modo de preparo do café que mais facilita a harmonização com alimentos é a prensa francesa.
"Ela mantém o sabor do expresso, mas sem corpo e sabor concentrado, o que torna mais fácil a extração dos aromas". E dá a dica. "Se for combinar por contraste, a mistura deve ser interessante. Se for por similaridade, evite o enjoativo".
Para quem quer saber mais sobre harmonização, existem cursos específicos oferecidos pela ABS e ACBB, e também livros e até aplicativos que ajudam a evitar combinações ‘trágicas'.
Azevedo recomenda, por exemplo, a leitura de ‘Vinho e comida', da inglesa Joanna Simon. "É um salva-vidas. Lista todos os pratos imagináveis, e aponta com quais vinhos combinam".
Ele também recomenda um aplicativo para iPhone, o WineStein. Basta colocar os ingredientes da refeição, modo de preparo e fazer o cálculo para saber quais vinhos harmonizam com a refeição escolhida.


Fonte: BRASIL ECONÔMICO Por Marília Almeida

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Marketing, por que não?



Por Luiz Guimarães

Toda empresa nasce pequena.
Vem de uma boa ideia, começa simples, discreta e pode crescer, crescer e virar uma média ou uma grande empresa!
Quando alguém tem uma ideia, nem imagina onde ela vai parar. Mas todos almejam crescer, se desenvolver, ampliar, diversificar, gerar negócios e ser um empreendedor.
Mas são poucas pequenas e médias empresas que percebem no marketing e na comunicação, uma força para seu desenvolvimento profissional.
Segundo uma pesquisa da Global Monitor, realizada em 2011, o Brasil conta com 27 milhões de empreendedores. Destes , segundo a pesquisa, seis milhões estão à frente de pequenas e médias empresas.
Muitas dessas empresas existem para criar caminhos para fuga da carga tributária do nosso Brasil, uma das maiores do mundo. Seu número não chega a ser relevante ao pensamento em questão! O número de empresas que utilizam os recursos mercadológicos de forma profissional  com raciocínio estratégico, é pouco mais de 10%. Incrível não?
Então o potencial de crescimento das atividades relacionadas à comunicação empresarial, mídia e eventos é muito grande.
A solução caseira é muito usada e é também um grande entrave para as novas técnicas. Isso porque parece ser mais barato. Pode até, num primeiro momento, ser verdade, mas, em curto prazo, sempre ocorre um curto circuito e a falta de embasamento e conhecimento dificulta o desenvolvimento e pode criar algumas barreiras complicadas para o empresário. 
A morte precoce de empresas, segundo levantamento do Sebrae, é grande e alguns pontos que contribuem para isso são : foco e comunicação.
É comum fazer um grande investimento num projeto, por exemplo: um bar ou um restaurante e não ter um orçamento em comunicação.
O pensamento é assim: agora tenho que faturar e vender para fazer propaganda. Essa é uma economia “burra” feita no ‘achômetro’ que pode ter consequências ruins para o empresário.
As empresas, agências, consultorias de marketing e comunicação pensam mais no cliente, pesquisam mais e contam com profissionais mais preparados para sugerir e acompanhar a vida de um negócio!
Podem surgir problemas na criação, planejamento e atendimento, mas a agência ganha com seu sucesso. O sucesso do seu negócio! Ela não quer ter em seu portfólio uma história de insucesso.

Para refletir!


Perfíl: Luiz Antônio Guimarães
Publicitário formado pela ESPM/RJ tem Extensão em Turismo pela PUC/RJ e é pós-graduado em Gerência de Marketing pelo INPG - Instituto Nacional de Pós-Graduação - Campinas/SP. Atuou na J.W.Thompson, atendendo clientes como Souza Cruz, Merck Laboratórios, Cia. Atlântic de Petróleo e Ford. Na Artplan/Rio, atendeu clientes como: Banco do Brasil, Casa Garsom e Rock’n Rio Festival I. Hoje, é Professor de Pós-Graduação na Policamp - Faculdade  Politécnica de Campinas- na disciplina de Gestão e Organização de Eventos. É ex-presidente do Campinas e Região Convention & Visitors Bureau. É sócio-fundador da NanquimGR1000 Comunicação Eventos.