quinta-feira, 18 de setembro de 2014

BUILD A BURGER

POR CARLOS LOUREDO

FONTE REVISTA EXAME


McDonald’s expande projeto "construa seu hambúrguer"

Rede quer expandir a experiência do faça seu próprio hambúrguer para recuperar crescimento das vendas



McDonald’s, que está sendo realizada em quatro restaurantes do sul da Califórnia, poderá chegar a muito mais lojas em um momento em que a rede busca deixar para trás a pior queda nas vendas em uma década.
O teste, que permite que os clientes escolham recheios para o hambúrguer, como pimenta-jalapenho e tirinhas de tortilha, em uma tela sensível ao toque, será levado a mais mercados dependendo do resultado do teste, disse Lisa McComb, porta-voz do McDonald’s.
O programa foi iniciado no ano passado em um restaurante do Condado de Orange e depois expandido para mais três McDonald’s em agosto.
A maior rede de hamburguerias do mundo, que durante anos evitou a personalização e favoreceu a velocidade e a eficiência, agora está procurando se recuperar do prejuízo com os chamados restaurantes fast-casual.
A geração Y está migrando para lugares como Chipotle Mexican Grill Inc. e Potbelly em busca de ingredientes frescos e da capacidade de fazer seus pedidos.
Nos EUA no ano passado, as vendas do McDonald’s nas lojas consolidadas caíram 0,2 por cento, enquanto as da Chipotle subiram 5,6 por cento e as da rede de sanduíches Potbelly aumentaram 1,5 por cento.
“As vendas do McDonald’s estão em queda, por isso eles estão buscando outra forma de gerar receita e de atingir um público diferente”, disse Joel Cohen, presidente da Cohen Restaurant Marketing Group em Raleigh, Carolina do Norte, EUA.
Na semana passada, o McDonald’s registrou sua pior queda nas vendas nas lojas consolidadas desde 2003, prejudicadas pela demanda lenta nos EUA e também por causa do medo em relação à segurança alimentar em uma fornecedora da China.
As vendas nas lojas abertas há pelo menos 13 meses caíram 3,7 por cento em agosto, disse a empresa com sede em Oak Brook, Illinois, EUA, em um comunicado. Os analistas haviam estimado uma queda de 3,1 por cento.
Linha de serviço
No Chipotle os clientes caminham por uma linha de atendimento e podem adicionar feijão carioca ou preto, molho de tomate e milho, queijo, alface e creme azedo em seus burritos.
O Potbelly permite também que os clientes façam suas escolhas dentro de uma linha de recheios, como pimentas, tomate e azeite.
No Five Guys, os clientes podem rechear seus sanduíches com cogumelos grelhados, pimentão verde, relish de pepino e molho apimentado.
Isso não acontece no McDonald’s, onde os clientes fazem pedidos dentro de um menu estabelecido e os cheeseburgers vêm recheados com o padrão: queijo processado, picles, cebola picada, ketchup e mostarda.
No teste do faça seu hambúrguer, há 22 opções de recheio, incluindo guacamole, bacon, cebolas grelhadas, tirinhas de tortilha apimentadas e maionese picante.
Cozinhas lentas
A ideia derruba aquilo pelo qual os restaurantes fast-food são conhecidos: alimentos feitos em série, de forma realmente rápida. Os primeiros esforços para oferecer mais escolhas não foram muito bem-sucedidos.
O McDonald’s e rivais como o Burger King Worldwide atolaram suas cozinhas e tornaram o serviço mais lento introduzindo muitos novos itens muito rapidamente.
O CEO do McDonald’s, Don Thompson, sabe disso. A empresa está “racionalizando” suas ofertas de alimentos para reduzir a complexidade e acelerar o serviço, disse ele durante uma conferência de lucros, em julho.
O Burger King disse a mesma coisa: está focado na introdução de menos itens novos para tornar as cozinhas mais rápidas.
Testar novos alimentos é algo importante para o McDonald’s, que tem mais de 14.200 estabelecimentos apenas nos EUA. Alguns itens podem levar quatro anos ou mais para serem desenvolvidos internamente.
Eles precisam passar por múltiplos testes e receber o selo de aprovação executivo antes de serem lançados nacionalmente nos EUA.
É cedo demais para dizer se o conceito do “faça seu hambúrguer” funcionará nacionalmente nos EUA, disse McComb.
“É um teste, então muita coisa pode mudar”, disse ela.

25 MELHORES FRANQUIAS DO ANO

POR CARLOS LOUREDO

FONTE REVISTA ÉPOCA


CONSULTORIA ELEGE AS 25 MELHORES FRANQUIAS DO ANO

5ÀSEC, BOB'S, IMAGINARIUM E O BOTICÁRIO ESTÃO ENTRE AS GANHADORAS

Empresas vencedoras são homenageadas pela consultoria (Foto: Divulgação)
Nesta terça-feira (16/09), o Grupo Bittencourt, especializado em consultoria empresarial, anunciou as empresas vencedoras da segunda edição de sua lista das 25 melhores franquias brasileiras. A homenagem aconteceu durante o 5º Fórum Internacional de Gestão de Redes de Franquias de Negócios.
Segundo a consultoria, a escolha se baseou na inovação de cada uma das companhias. As premiadas foram: 5àSec, Alphagraphics, Chopp Brahma Express (Ambev), Bob´s, Casa do CONSTRUTOR, Chilli Beans, China in Box, Clube Turismo, CNA, Espetinhos Mimi, Giraffas, Grilleto, Morana (Grupo Ornatus), Havaianas, Home Angels, Imaginarium, Localiza, Multicoisas, O Boticário, On Byte, Ortodontic Center, Óticas Carol, Preparo Cursos, Rei do Mate e Uptime Consultants.
“O franchising no Brasil continua crescendo e com ele o nível de maturidade das empresas que dele fazem parte”, afirma Claudia Bittencourt, sócia e diretora geral do Grupo Bittencourt, em comunicado. “Como desenvolver a rede e manter seus franqueados motivados e gerando resultado? Certamente não é fazendo mais do mesmo, mas, sim, formando um processo de inovação permanente, seja em modelo de negócio, produtos, serviços, atendimento ao cliente ou ações de marketing que incrementam resultados.”
A seleção foi feita em duas etapas, que envolveram um questionário online e a avaliação por um comitê técnico. Fatores como formalização de processos para inovação, envolvimento de funcionários da companhia, recursos disponíveis, e os desafios enfrentados pela empresa foram considerados na hora da escolha. De acordo com a consultoria, o objetivo do processo é identificar empresas que “fazem diferente e que buscam ter em seu DNA a cultura de buscar o novo”.

PESQUISA APONTA QUALIDADE AO INVE´S DE PREÇO PELOS EMPRESÁRIOS DE ALIMENTAÇÃO

POR CARLOS LOUREDO

FONTE MAXXPRESS

As Reais Necessidades do Universo da Alimentação Fora do Lar, pesquisa inédita foi apresentada no primeiro dia da EQUIPOTEL SÃO PAULO, maior feira de Hospedagem, Alimentação e Serviços da América Latina. Evento acontece até dia 18, em São Paulo

No mercado de food service, as empresas que atuam no setor estão cada vez mais preocupadas com a qualidade em vez de preço. É o que aponta uma pesquisa inédita encomendada pela EQUIPOTEL SÃO PAULO, organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, para entender as especificações e as necessidades do segmento. Segundo os dados coletados, 64% buscam qualidade, 27% preço e 9% estão atrás de prazo de pagamento. A pesquisa foi apresentada ontem, 15, primeiro dia da Feira de Hospedagem, Alimentação e Serviços, a maior do setor da América Latina, que acontece até dia 18, no Anhembi, em São Paulo.

A pesquisa As Reais Necessidade do Universo da Alimentação Fora do Lar, realizada durante dois meses, por meio de entrevista pessoal, pela ECD Food Service - empresa especializada em pesquisas e consultorias no mercado de food service -, foi apresentada por Enzo Donna, diretor da empresa, com 106 estabelecimentos referenciais nas quatro principais capitais do setor: São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Curitiba. "Essa pesquisa foi realizada pela primeira vez no Brasil e trouxe dados que são interessantes para o mercado. 

Com o crescimento do setor, há necessidades que até então não havíamos atentado e a pesquisa ajuda a entender um pouco mais sobre isso. Nosso objetivo era identificar em estabelecimentos referenciais as principais demandas e necessidades dos segmentos do mercado de food service", disse Enzo Donna.

Foram entrevistados 106 estabelecimentos, sendo 50 em São Paulo (SP), 27 no Rio de Janeiro (RJ), 11 em Recife (PE) e 18 em Curitiba (PR). A pesquisa foi separada por tipo como proteínas, laticínios, mercearia seca, mercearia líquida, bebidas (alcóolicas e não alcóolicas) e outros (batata, bolinho, salgado, mandioca, vegetais congelados e sobremesas prontas). "É um mercado que movimenta 274 bilhões por ano, então merece toda atenção, é preciso entender as suas necessidades. As entrevistas foram feitas com 85% de compradores, 14% com proprietários e 1% de chefs de cozinha", explicou Donna. 

A pesquisa aponta, no ranking geral, que 29% dos estabelecimentos estão preocupados com a qualidade, 22% com preço, 19% com prazo de pagamento e 15% com prazo de entrega e 15% com marca. "Alguns dados chamaram bastante atenção, como o modo que são feitas as compras. Atualmente, entre 32% a 39% as realizam por telefone. Há também uma busca pela mão-de-obra qualificada, preocupados em oferecer bons serviços", atenta Donna.

O estudo revelou ainda dados e situações interessantes, valendo destaque para preocupação atual dos proprietários em colocar "ordem na casa", ou seja, preparar seus estabelecimentos para aumentar produtividade e rentabilidade. Com crescimento de 8% estimado para 2013, abaixo dos números dos últimos anos, a preocupação maior é atenção em melhorar seus negócios frente às previsões negativas do desempenho da economia brasileira para o próximo ano, denotando a confiança dos players do setor food service.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

FRANQUIAS BRASILEIRAS SÃO SUCESSO NO EXTERIOR

POR CARLOS LOUREDO

FONTE REVISTA EXAME

Franquias brasileiras buscam o mercado internacional

Cerca de 121 redes nacionais já montaram unidades em outros países, segundo dados da Associação Brasileira de Franchising

Erica Ribeiroeribeiro@brasileconomico.com.br
Maioria das empresas inicia sua expansão internacional em mercados da América do Sul. Europa e África aparecem em segundo lugar, segundo Sherban Cretoiu da Dom Cabral
Foto:  Divulgação
As franquias brasileiras já fazem sucesso no exterior. De acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), em 2013, 4,8% das redes nacionais — o equivalente a 121 marcas — montaram franquias em outros países. O apetite pela internacionalização continua. Hoje, a ABF Rio e representantes do estado norte-americano do Texas vão apresentar a franqueados interessados em internacionalizar suas marcas a possibilidade de abrir unidades na cidade de Edinburg. Rio Grande Valley é a região do Texas onde se localiza o La Plaza Mall, o shopping de maior volume de vendas por metro quadrado de todos os Estados Unidos. Ainda durante o encontro, será traçado um panorama atual das marcas brasileiras de franchising no mercado internacional.
Estudo da Fundação Dom Cabral (FDC), mostra as franquias brasileiras mais internacionalizadas, com base em dados sobre unidades, receita de royalties e taxas e receita de vendas de produtos franqueados no exterior em relação ao desempenho total desses mesmos dados no Brasil. No topo da lista está a Localiza, com um índice de internacionalização de 9,4%, seguida da Mundo Verde (3,6%) e DepylAction (2%). A Localiza também é a franquia com presença em mais países (8) e com o maior índice de unidades franqueadas (24,9%). Sherban Leonardo Cretoiu, coordenador da pesquisa, diz que a maioria das empresas inicia sua expansão internacional em mercados da América do Sul. Europa e África aparecem em segundo lugar. “A internacionalização de franquias brasileiras é crescente e se revela uma estratégia interessante para a expansão de negócios e o fortalecimento e posicionamento de marca. Acreditamos que o processo de internacionalização de franquias e marcas brasileiras vai continuar em função da curva de experiência e estratégias de expansão internacional das próprias empresas, de oportunidades e visibilidade do Brasil resultantes de eventos esportivos, e da projeção internacional do nosso país.”
SOLUÇÕES & OPORTUNIDADES
■ Malhação é um bom negócio para pequenas empresas. Segundo levantamento do Sebrae, das 21.760 academias existentes no país, 99,75% são micro ou pequenas. São Paulo é o campeão nacional em número de academias com 6.349 empreendimentos. Já Minas Gerais tem um número de empresas maior que o Rio de Janeiro – 2.294 contra 1.969 respectivamente. O segmento movimenta cerca de R$ 2,45 bilhões por ano e cresceu 29% de 2010 a 2013, com a criação de 4.948 novos negócios.
■ O programa Shell Iniciativa Jovem, há 14 anos voltado para projetos de empreendedorismo, comemora mais um avanço de suas “crias”: as empresas Akdminha e Webmoment, beneficiadas pelo programa, se preparam para participar da TechCrunch, uma das maiores feiras de empreendedorismo do mundo. Akdminha e Webmoment irão expor para investidores estrangeiros, participar de sessão de networking no Consulado Brasileiro em São Francisco e conhecer empresas como Google e AirBnB, entre outras atividades. A missão tem o apoio do Sebrae-RJ.
Ateliermix terá mais 20 lojas em 2014
A rede de franquias gaúcha Ateliermix, marca jovem de calçados do Grupo Paquetá, com 42 lojas em 15 estados, vai inaugurar mais 20 franquias até o fim deste ano. Entre as cidades que vão receber uma filial estão Araxá (MG), São Carlos (SP) e capitais como João Pessoa (PB), Teresina (PI) e Brasília (DF).
Creperia aposta em consolidação no Rio
A rede de lojas de crepes Crepelocks aposta na participação na Expo Franchising ABF Rio 2014, em setembro, para fechar mais cinco contratos de franquias. Com oito lojas em operação, todas no Rio, a meta é consolidar a marca no estado e chegar a 13 filiais ainda este ano. A partir de 2015, o plano 
é abrir de dez a 12 unidades por ano.
Astral busca mais contratos em feira
A Astral Saúde Ambiental, empresa de controle de vetores e pragas urbanas, espera fechar mais dez contratos de franquia em sua participação na Expo Franchising ABF-Rio 2014. Hoje, são 60 unidades em 18 estados Brasileiros e no Distrito Federal.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

SÃO PAULO TEM 700 PONTOS DE FOOD TRUCKS

POR CARLOS LOUREDO
FONTE VEJA SÃO PAULO

CIDADE


Prefeitura divulga cerca de 700 pontos de venda para food trucks

Com a publicação de editais no Diário Oficial da cidade na sexta (6), interessados em vender comida na rua podem iniciar o processo de obtenção de autorização

6.jun.2014 por Sophia Braun
Sinal verde para a comida de rua: a partir desta sexta (6), interessados em comercializar alimentos em vias públicas da capital podem requisitar a autorização para atuar dentro da lei. A publicação de editais no Diário Oficial dá a largada para donos de barracas, tabuleiros e food trucks disputarem os quase 700 pontos, em toda a cidade, disponibilizados pela prefeitura.

Entre os endereços contemplados por essa primeira resolução estão a Avenida Júlio Buono, na Zona Norte; a Avenida Jabaquara, na Zona Sul; a Avenida Giovanni Gronchi, Zona Oeste; e a Rua Salvador Gianetti, na Zona Leste. A subprefeitura de Pinheiros, por exemplo, vai permitir pontos de café da manhã em estaçõs de trens da CPTM como Hebraica-Rebouças, Cidade Universitária e Cidade Jardim.
Para pleitear um Termo de Permissão de Uso (TPU), é preciso fazer a solicitação à subprefeitura que compreende o local pretendido. Os comerciantes (apenas pessoas jurídicas ou microempresários) devem cumprir o prazo de quinze dias para apresentar a documentação necessária e indicar o ponto desejado especificando rua, número, bairro e CEP, além de anexar uma foto do espaço.
Caso o pedido seja aprovado, um documento prévio permitindo a atividade deverá ser expedido em até cinco dias úteis. O ambulante precisa se cadastrar na Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa) e, uma vez adequado às exigências da Vigilância Sanitária, receberá o TPU em mais cinco dias. A Covisa ficará responsável em inspecionar os comerciantes.

DECRETO
No início de maio, o prefeito Fernando Haddad assinou o decreto que regulamenta a venda de comida nas ruas de São Paulo. As regras prevêem o comércio de qualquer tipo de alimento, tanto fresco quanto industrializado, em ruas, calçadas, largos, praças e parques da capital.
Podem operar de acordo com as normas legais veículos automotores (os food trucks) com comprimento e largura máximos de 6,30 metros e 2,20 metros, respectivamente; carrinhos ou tabuleiros com área de até 1 metro quadrado; e barracas desmontáveis de, no máximo, 4 metros quadrados. Não é permitido vender bebida alcoólica.
O preço da licença deverá corresponder a 10% do valor venal do metro quadrado do quarteirão onde o negócio estiver instalado, tomando-se como base a área utilizada. O custo mínimo será de 192,65 reais por ano.
PONTOS DE VENDA
Confira quantos espaços cada subprefeitura disponibilizou

  • Aricanduva/Formosa/Carrão: 25 pontos
  • Butantã: 29 pontos
  • Campo Limpo: não divulgado
  • Casa Verde/Cachoeirinha: 21 pontos
  • Cidade Ademar: 40 pontos
  • Cidade Tiradentes: 30 pontos
  • Ermelino Matarazzo: 5 pontos
  • Freguesia do Ó/ Brasilândia: 12 pontos
  • Guaianases: 19 pontos
  • Ipiranga: 36 pontos
  • Itaquera: não divulgado
  • Jabaquara: 26 pontos
  • Jaçanã/Tremembé: 20 pontos
  • Lapa: 24 pontos
  • M'boi Mirim: não divulgado
  • Mooca: 42 pontos
  • Parelheiros: 2 pontos
  • Penha: 62 pontos
  • Perus: 15 pontos
  • Pinheiros: 25 pontos
  • Pirituba/Jaraguá: 23 pontos
  • Santana/Tucuruvi: não divulgado
  • Santo Amaro: 33 pontos
  • São Mateus: 23 pontos
  • São Miguel: 49 pontos
  • Sé: não divulgado
  • Capela do Socorro: 41 pontos
  • Vila Maria/Vila Guilherme: 19 pontos
  • Vila Mariana: 30 pontos
  • Vila Prudente: 27 pontos
  • Sapopemba: 16 pontos

COMIDA DE RUA

POR CARLOS LOUREDO 
FONTE VEJA SÃO PAULO

COMIDA DE RUA

Food Park reúne trucks, trailers e barracas de comidinhas no Butantã

Com capacidade para até 25 expositores, o espaço abre diariamente e tem pratos de até 25 reais

20.mai.2014 | Atualizada em 2.jun.2014 por Mariana Oliveira
Dos mesmos produtores da Feirinha Gastronômica e do Chefs na Rua, oButantan Food Park, inaugurado nesta terça (20), reúne o mesmo conceito de comida de rua em um único espaço. O antigo estacionamento na Rua Agostinho Cantu, 47, no Butantã, virou palco para trucks, trailers e barracas servirem comidas e bebidas por até 25 reais, e estava bem cheio, com público de 2 000 pessoas.
Com 1 400 metros quadrados e capacidade para até 25 expositores, a novidade organizada como uma praça de alimentação funciona todos os dias com opções rotativas de quitutes. De segunda a quarta, abre às 11h e segue até as 16h. Já de quinta a sábado, o horário se estende até as 22h. No domingo, fecha duas horas mais cedo, às 20h.
Próximo a alguns prédios comerciais, o espaço recebeu muitos funcionários de empresas da região durante a inauguração. As advogadas Ligia Almeida, Natascha Atábile e Katia Ichiba foram almoçar por lá e provaram os sanduíches de pernil e salmão do 13 Truck e as massas do Ateliê das Massas by Grupo Bello Bello. Para as amigas, a única ressalva é contra a falta a de alimentos "saudáveis". "Não para comer lanche todos os dias. Faltam opções mais equilibradas", explicou Natascha.
        Butantan Food Park: mesas espalhadas pelo espaço
Butantan Food Park: mesas espalhadas pelo espaço
 
(Foto: 
Lucas Lima
)
De acordo com a KQI produções, empresa responsável pelo Food Park, novidades devem entrar em cartaz semanalmente e a busca por cardápios mais naturais também faz parte da proposta. Segundo o produtor Maurício Schuartz, o projeto segue o processo de melhorar o bairro do Butantã. "Ao ocuparmos o espaço, também estamos fazendo uma forma de revitalização. O estacionamento era um local degradado e nós passamos a ocupá-lo de maneira gostosa"
A partir do dia 8 de junho o espaço recebe a Feirinha Gastronômica aos domingos. O evento que acontecia na Praça Benedito Calixto fica no Food Park até o final de julho. Com a mudança de endereço, a feira comporta quatro vezes mais público, mas deve manter os mesmos 34 expositores.