quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

MUSEU DA CACHAÇA EM PATY DO ALFERES RJ

POR CARLOS LOUREDO


Sensacional! Somos loucos por gastronomia...Sim nós da Confraria adoramos tudo relacionado a comidas, bebidas, cozinha e museus! Museus? Sim um que apresenta várias cachaças brasileiras é claro, e de todas as épocas.



Paty do Alferes uma cidadezinha no Vale do Paraíba no RJ, próximo de Miguel Pereira, tem a fama da Festa do Tomate. Só que se destaca pelo sabor e variedade de cachaças que são encontradas em qualquer esquina, até em lojas de roupas no centro da cidade.



Bacana o passeio de quem vem do RJ para SP pela Dutra. Paisagem legal com uma serrinha de dar gosto, bela natureza, lindas cachoeiras e uma cidade tranquila que foi habitada por escravos na época do Império de D.Pedro II. Nosso Imperador saia de Petrópolis de sua Palácio Imperial ( hoje também Museu Imperial) e seguia pelo Caminho Imperial nome dado a uma estradinha de terra de 45 minutos de carro, sem pirambeiras, e uns 300 minutos de cavalgada.



O importante desse legado é que o bairro onde fica o Museu da Cachaça chama-se Quilombo ao lado de outro chamado de Palmares. A terra é mística por causa das histórias e os hotéis da região também. Grandes fazendas desses escravos hoje são Hotéis com comidas de fazenda e alambiques de cachaças.



Experimentamos cachaças de 20 anos que perderam as substâncias organolépticas por causa do tempo ma, que foram misturadas a aguardentes mais jovens, recém tirados dos alambiques e misturados com melado.
Trouxemos uma para experimentarmos...show!



Descobrimos também um laboratório com várias experimentações em diversos barris, destaques para a Sassafraz uma cachaça com sabor a parte. Degustamos de tangerina e de banana, além de licores de côco e abacaxi. Presenciamos algumas pingas antigas da famosa Pitú e Ypioca. Garrafas que foram compradas pelo dono do Museu  direto do fabricante em uma comemoração a marca e que possuem 150 anos, relíquias.  



Curtiu, viajou na leitura? Pegue o carro e passe por lá você vai gostar!
Abs

O MELHOR DO MUNDO CHOROU

POR LUIZ CEARÁ

O MELHOR DO MUNDO CHOROU

Cristiano Ronaldo é um espetáculo! Um cara 200% profissional. Daqueles fenômenos (ops!) do esporte. Treina e ama treinar. Pode? Pode. É assim mesmo.

Ronaldo, como gosta de ser chamado, ou CR7 nome marrento como o mundo da bola apelidou um de seus preferidos, é uma lenda dentro do campo de treino. Não gosta de perder treino, não brinca, não afina e dá exemplo. Tem que mandar parar. Por isso cabeceia com perfeição, olhos abertos para meter a bola onde o goleiro não está,chuta com os dois pés, bate falta, pênalti  e passa. E mata na hora do gol, não treme.

Tem um enorme talento, mas faz da questão técnica e física armas poderosas. Não abre mão de querer ser melhor em tudo.

Alex Ferguson ensinou a ele no Manchester a arte de se colocar em campo para receber e fez dele um cara corajoso. Ronaldo não tem medo de vencer !

Quando chegou ao Real Madri era já um jogador genial, uma vez o melhor do Mundo.

Mas e Messi? Uma pulga na cueca. Ronaldo  esperou o dia de hoje se preparando e não deixando de fazer seu máximo, por isso, por ser determinado ao extremo e não ter medo de ser feliz, voltou a ser o melhor do Mundo.

Cinco passos atrás na hora de bater falta. Lá vai ele sabendo que o goleiro quase não tem chance. Bola cruzada na área, pelo alto. O zagueiro procura o que não vê. A sombra que sobe e depois sai pra galera. Lançamento em profundidade. Bola entre o zagueiro e Ronaldo. Um abraço e bola na rede.

Como ele disse, vaidoso olhando para as câmeras do estádio, "eu estou aqui".

Pode chorar CR7 você merece!

A greve dos jogadores vai acontecer, é questão de tempo.

POR LUIZ CEARÁ

A greve dos jogadores vai acontecer, é questão de tempo.

Escrever depois de 30 dias sem fazer nada não é simples. Desde segunda-feira eu estou lendo jornais e vendo TV. Férias é momento de descanso. Da que se bebe. No meu caso a boa cerveja e uma cachaça pra quebrar o gelo que ninguém é de ferro.

Esta semana comecei a me coçar e li que o pessoal do Bom Senso FC está indo para o caminho da greve. Mas, para isso acontecer é preciso adesão maciça, algo em torno de 90% da categoria. Muita conversa entre a cabeça da greve – no caso os líderes do Bom Senso FC - e a militância, digo, os jogadores, para que não aconteça uma falha.
Gilberto Silva disse ao UOL em Londres que, Não está havendo diálogo conoscoO Bom Senso é um movimento sério e que não leva em questão apenas interesses dos atletas. A CBF precisa entender que reivindicamos condições de trabalho que ajudarão a melhorar o futebol brasileiro como um todo. Ninguém quer fazer greve, que isso fique bem claro, mas o movimento está crescendo em participação e hoje vejo a chance de 80% de greve em 2014 se as coisas continuarem dessa maneira".

Deu pra entender até para os mais céticos. Outra coisa. Não quero defender quem ganha muito ou por que ganha muito. E nem entrar nesse mérito. Mas advirto aos que dizem que jogador está falando “de barriga cheia”, que eles jogam dez, doze anos e depois acabou. 

Uma parte muito pequena faz sucesso. A mídia, nós jornalistas, somente falamos de quem está na ponta. É o que da ibope para Jornais, Sites, Blogs, TVs e Rádios. Ou eu estou errado? Tirando essa nata, sobram milhares de jogadores no país, a maioria deles com salários miseráveis. Quem se deu bem ficou rico, o restante ta na roça. Ou não é isso? A greve vai acontecer, é questão de tempo.

Fundo de Quintal

Como tenho mais alguns dias estou no fundo do meu quintal escrevendo. O fogo ta lá, esperando a lingüiça que eu compro aqui perto de casa. Pura de porco.Vai pro óleo quente e depois de bem fritinha,pro prato de arroz branco com feijão gordo ( com calabresa, costelinha defumada e paio ). Sai ainda uma salada colorida. Simples.
Depois de acabar aqui, vou tomar uma batida de maracujá com a cachaça que ganhei do meu amigo Dr. Frederico, fazendeiro da região de Uberaba. O pai dele fabrica a bandida somente para amigos e para o consumo da família. Coisa fina.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

A FORÇA DA ONDA PREMIUM

POR MARCELO OLIVEIRA


A força da onda Premium
Para conquistar consumidores mais exigentes e com maior poder aquisitivo, gigantes do varejo como GM e C&A adotam estratégias de marcas de luxo
Por Fabiano MAZZEI
Seu carro é Adventure, Stepway ou Cross alguma coisa? Sua conta no banco é Prime, Van Gogh ou Personalité? Na geladeira de casa, aquela batizada em inglês – Inverse, Side, Infinity... –, conte quantos itens são gourmet. Vá para o banheiro agora e encontre algum creme ou sabonete com o sobrenome ultra. Achou? E a cerveja gelada do fim de semana? É extra ou gold? Pois é, se houver qualquer resposta afirmativa para as questões acima, você é mais um caso de indivíduo “premiumizado”. Prem... o quê? Calma, sem pânico, você não está sozinho. Seres ‘premiumizados’ têm surgido a cada segundo no mundo todo. 

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Eu, robô: GM trouxe ao Brasil o robô Bumblebee, do filme Transformers,
para o lançamento do Camaro

Uma turma que cansou da mesmice e quer se diferenciar, começando pelos hábitos de consumo. Eles querem ser premium! Sensível a isso, o mercado se mobiliza. Marcas antes reconhecidas como populares já vendem produtos com toques de sofisticação – basta dar uma voltinha pelas gôndolas do mercado ou no shopping center para se deparar com essa variedade de linhas e rótulos. Tem de tudo, do carro à cerveja, da roupa ao picolé. Até a mortadela já foi premiumizada! Um fenômeno. Esta transição, no entanto, não acontece apenas na embalagem com sobrenomes estrangeiros dados aos produtos. 

É preciso se estabelecer novos códigos e criar um diálogo mais afinado com o consumidor, para que ele entenda o valor daquilo que está na vitrine. Ou seja, quem antes vendia para a empregada, passou a atender a patroa também, e precisou se adaptar. As empresas partiram, então, em busca desse conhecimento e o encontraram, quem diria, no mercado de luxo. As maisons tradicionais sabem como ninguém vender o valor agregado que seus produtos carregam, baseados nos conceitos histórico e de exclusividade. “As empresas sempre tiveram curiosidade sobre as marcas de luxo”, diz Carlos Ferreirinha, consultor e empresário, fundador do Instituto MCF, em São Paulo. 

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Visão do futuro: reconhecido como expert em mercado de luxo global,
Carlos Ferreirinha agora auxilia o varejo popular no País a se adaptar
a uma nova ordem no consumo

“E, agora, elas podem beber dessa fonte de vantagem competitiva e de diferenciação.” Ferreirinha, nascido na modesta São Gonçalo, no Rio de Janeiro, e que já trabalhou como caixa no bar do pai e de recepcionista bilíngue em um flat carioca, é hoje um reconhecido especialista no segmento denominado por ele de ‘luxo absoluto’. O próprio empresário já foi presidente da Louis Vuitton no Brasil por um ano e meio. O conhecimento acumulado à frente do seu instituto sobre o mercado brasileiro e a respeito da movimentação do luxo global lhe confeririu o status de guru para as grifes estrangeiras que querem abrir suas operações comerciais no País. 

Há cinco anos, no entanto, o empresário passou a atrair a atenção de companhias nacionais mais populares. Com isso, Ferreirinha virou também uma espécie de mago desse mercado de varejo mais affordable, mais acessível, como ele diz, responsável por traduzir a “mágica” das grandes marcas de luxo para o dia a dia de quem vende barato e no crediário. “Nosso trabalho tem sido transformar o simples em especial”, afirma ele. No portfólio de clientes da MCF, corporações multinacionais como a montadora GM e a companhia aérea LaTAM, além do Banco Bradesco e seu serviço Prime, da operadora de tevê paga Sky e das gigantes dos cosméticos O Boticário e Natura. 

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Vitrine viva: em 2011, Gisele Bündchen divulgou uma linha especial desenhada por ela para a C&A.
A ação incluiu um show de carisma da top na flagship da marca em São Paulo

Palestras, cursos, treinamentos e interferência direta no marketing das empresas estão no menu de ações para transformar o modelo mental dos funcionários e a cultura das empresas. Na binacional aérea, primeiro foi trabalhada a capacitação das equipes de bordo e em terra para atender melhor os passageiros de primeira classe. Agora, o objetivo é treinar os gestores locados nos aeroportos visando o processo de privatização dos terminais no Brasil. Com os cosméticos, a abertura de showroom para experiências sensoriais (Casas Natura) e a adaptação dos funcionários d’O Boticário para vender fragrâncias mais sofisticadas foram os desafios. 

Na Sky, criou-se uma estratificação dos clientes, com o lançamento de um canal exclusivo, o Spinel, no qual o assinante pode customizar sua programação entre outros benefícios. O case mais interessante, contudo, é o da GM. Em 2010, a montadora requisitou os serviços da MCF para o lançamento do Camaro, um esportivo de luxo que custa a partir de R$ 165 mil. O problema é que, por muitos anos, o pensamento da empresa esteve ligado à venda de veículos populares como o Corsa. A sofisticação do portfólio carecia de uma profunda guinada na mentalidade. “Mudamos a linguagem de tudo: do marketing, dos vendedores, dos donos de concessionárias, do stand no Salão do Automóvel...”, lembra ele. 

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Design acessível: em outubro, o estilista italiano Roberto Cavalli lançou sua coleção
pela C&A, com roupas exclusivas para as brasileiras

A lição que ficou foi bem aprendida. “A GM não é a Bentley, mas pode vender o computador de bordo de um de seus carros com uma linguagem de apropriação mais adequada ao cliente de um nível mais alto”, diz. Em tempo: para a edição 2010 do salão, Ferreirinha sugeriu que a GM “importasse” o robô Bumblebee, o mesmo usado no filme Transformers (um blockbuster dos cinemas), que usa um Camaro amarelo. Resultado: a montadora ganhou o prêmio de melhor stand daquele ano, encerrando um jejum de mais de uma década sem o troféu. O setor automotivo, aliás, é o que vem se “premiumizando” há mais tempo que os demais. 

Em 2003, por exemplo, a Fiat lançou o Palio Adventure, um carro urbano “vestido” para off-road. E o modelo não só vendeu como água como criou uma categoria nova no mercado, imitado pelos concorrentes. “Sempre digo que esse é um case para ser estudado em Harvard”, diz Ferreirinha. O carro era uma versão pouco mudada do modelo convencional e nem de longe seria o mais indicado a encarar uma trilha. “Mas o brasileiro é novidadeiro e entrou nessa aventura pagando 26% a mais só para ter a sensação de dirigir um carro de aventura”, espanta-se o consultor. 

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Produção requintada: para criar uma linguagem nova, marcas de fast-fashion têm investido
em campanhas de primeira linha, com direito a ensaios feitos no Exterior. Este, da C&A, foi em Londres

Recentemente, o Uno Mille, o mais antigo da linha popular da montadora, ganhou a mesma roupagem, passou a ser chamado de Way e, voilá, virou líder de mercado em sua faixa de preço. “Não é só estético”, garante a gerente de publicidade da Fiat, Maria Lúcia Antônio. Ela lembra a instalação do locker na caixa de câmbio dos modelos, mas assume que o apelo emocional foi o ponto crucial para o sucesso da família Adventure. “Tem essa coisa de fugir da vida claustrofóbica das cidades, a coisa da aventura que é sempre muito interessante”, diz. “E a intenção é que o carro nunca veja terra mesmo.”

ALIADOS GRINGOS Muitas vezes, essa mudança no portfólio dos produtos alcança ainda mais êxito com parcerias internacionais. E nesta praia o setor de fast-fashion é imbatível. No fim de outubro, a C&A promoveu uma festa privé no bar Numero, em São Paulo, para o lançamento de uma coleção de roupas assinada pelo estilista italiano Roberto Cavalli. Foi ele mesmo, em carne e osso, o cicerone do evento. “Essas parcerias fazem parte da evolução do mercado”, diz Paulo Correa, VP comercial da empresa fundada na Holanda em 1841. 

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Lama, pero no mucho: Palio Adventure é um case de sucesso da Fiat, que criou
uma categoria de carros de perfil off road para ser usado na cidade

Antes de Cavalli, as estilistas Stella McCartney, Anne Fontaine e Daniela Hellayel – a brasileira à frente da Issa London, marca usada pela duquesa de Cambridge, Kate Middleton – assinaram outras capsule collections para a C&A. “Em geral, essas coleções vendem três vezes mais rápido do que as outras”, afirma Correa. O executivo carioca recorda do estouro que foi a ação com a top Gisele Bündchen em 2011. “As roupas se esgotaram no mesmo dia!”, lembra ele, que anunciou para o verão de 2014 uma linha de moda praia assinada por Lenny Niemeyer, designer famosa pela clientela repleta de artistas da tevê.

Outra diferenciação proposta pelas redes de moda varejo são lojas de visual mais requintado. A flagship da C&A no bacanudo Shopping Iguatemi, em São Paulo, por exemplo, em nada fica a dever em layout a lojas de grife mais badaladas. Seguindo esse exemplo, Correa avisa que a empresa se prepara para abrir as portas de sua loja-conceito em Ipanema, na zona sul carioca, com toda a bossa que o endereço pede. “Será um espaço bem descontraído”, afirma. A rival Riachuelo também prepara a sua ofensiva. Inaugura no dia 27 de novembro uma loja encravada no coração do bairro paulistano mais incensado pelos fashionistas brasileiros, os Jardins, bem na esquina das ruas Oscar Freire com a Haddock Lobo. 

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Novas fronteiras: Marcella Kanner, diretora de marketing da Riachuelo,
diz que a empresa se aproxima do novo consumidor ao fincar
bandeira em bairros como os Jardins

“Estávamos há tempos atrás de um endereço mais nobre em São Paulo para nos aproximarmos desse novo consumidor”, afirma Marcella Kanner, diretora de marketing da companhia. Como destaques, a loja terá um painel de led imenso na vitrine e uma varanda aberta para a rua, onde serão feitos os eventos de lançamento. O primeiro deles será o Fashion Five, em parceria com dez personalidades que desenharão coleções, e com o Instituto Criar, do apresentador Luciano Huck, alinhavando um caráter social à iniciativa. “Serão linhas reduzidas, mais exclusivas, com a cara do novo endereço”, diz Marcella.

O bairro dos Jardins, entretanto, virou uma imensa vitrine premium, e tem visto a substituição gradativa do glamour das grifes de luxo, que outrora ocupavam suas ruas. “São marcas básicas e simples que se apropriam do código do lugar para elevar seu patamar de prestígio no diálogo com o consumidor”, analisa Ferreirinha. O especialista não enxerga um problema nesse movimento, mas ressente a ausência do luxo mais tradicional. Com mais de 103 milhões de brasileiros na classe média, segundo o estudo Observador Brasil 2012, e o aumento do poder de consumo dessa multidão, com teto na casa dos R$ 5 mil, não há o que fazer. “A premiumização veio mesmo para ficar”, conclui.


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

GASTRONOMIA DE INSPIRAÇÃO FRANCESA

POR MARCOS CRAVEIRO


Elegância dos Contos de Fadas, Gastronomia de Inspiração Francesa Celebrada no Restaurante “Be Our Guest” da Nova Fantasyland

LAKE BUENA VISTA, Flórida – O restaurante “Be Our Guest” na Nova Fantasyland leva de forma mágica os visitantes do Magic Kingdom para o charme, a elegância e o esplendor do conto de fadas da Disney “A Bela e a Fera”, com uma configuração extraída diretamente do clássico desenho animado: o magnífico castelo da Fera, onde os visitantes poderão jantar em três salões ricamente decorados que dão vida à história.
“Este é um nível completamente novo de tematização para um restaurante da Disney”, declarou Maribeth Bisienere, vice-presidente da Área de Alimentos & Bebidas e de Integração de Operações de Produtos do Walt Disney Parks e Resorts. “Mais do que nunca, estamos usando o conto de histórias e a criatividade enquanto desenvolvemos nossos menus.”





















O restaurante Be Our Guest é o próximo passo na evolução da criação de experiências gastronômicas deliciosas para os visitantes dos parques temáticos da Disney, acrescentou.

O Cenário

A narrativa começa com um castelo proibido situado acima das colinas do interior da Fantasyland. Os visitantes passam pelas ruínas de uma porta de entrada, passando por uma ponte de pedra e por enormes portões de ferro protegidos por seis figuras de feras – O primeiro dos muitos elementos de design que reforçam a história da transformação da Fera.
O espaçoso interior do restaurante recria o visual do filme com muitos detalhes. Os visitantes do almoço entram pelo Armor Hallway, onde ficam penduradas seis armaduras ao longo das paredes (ouça bem de perto um sussurro ocasional das figuras de metal), e no Beast’s Parlor para fazer seus pedidos de almoço em cinco terminais ativados pelos visitantes. Para jantar, os visitantes entram diretamente no majestosoBallroom para serem servidos à mesa.

 Há três salões de jantar: o imponente Ballroom, o proibido e dramático West Wing e o delicado Rose Gallery.
O Ballroom transmite a elegância da memorável cena do filme em que “A Bela e a Fera” rodopiam em uma pista de dança. Um grandioso teto de madeira com aproximadamente 6 metros, pintado com nuvens macias e querubins, lustres brilhantes e um piso em estilo “terrazzo” definem a cena. No final da sala, janelas arqueadas com pouco mais de 5 metros de altura proporcionam uma vista para o interior da França, onde uma suave “neve” cai do céu estrelado, adicionando um toque de magia ao ambiente.
O “proibido” salão de jantar West Wing é mais escuro e misterioso, com a redoma de vidro contendo a rosa encantada, cujas pétalas caem lentamente enquanto o tempo se esgota para a fera. Sobre a lareira, um retrato do jovem príncipe em forma humana é cortado pelas garras da fera. Enquanto raios caem, a imagem no retrato se transforma, mudando de príncipe para Fera.
O salão de jantar Rose Gallery dispõe de uma imensa caixa de música de mais de 2 metros de altura com a Bela e a Fera girando lentamente em seu topo. Ao longo das paredes estão pinturas e tapeçarias que celebram os personagens da história, com quatro das tapeçarias inspiradas pela arte do filme. As rosas decorativas são dispostas por todo o salão, além de mosaicos intrincados no chão.

 A música é um elemento importante em todo o restaurante, com temas musicais do filme incrementando o ambiente. No salão de baile Ballroom, os visitantes irão ouvir músicas do filme gravadas por uma orquestra de 50 músicos. Nas proximidades da Rose Gallery, arranjos especiais foram gravados das mesmas peças ouvidas no salão Ballroom, em perfeita sincronia, para que os visitantes que se movimentam de salão para salão possam ouvir a mesma melodia, transformada de um estilo para o outro. Na West Wing, um arranjo sombrio e melancólico cria ainda outra atmosfera.
O restaurante acomoda 546 pessoas para o almoço e 340 no jantar (quando o salão Rose Gallery está fechado).

A Gastronomia

Há cerca de quatro anos atrás, a equipe de Alimentos e bebidas da Disney começou a criar um cardápio para combinar com o teatro. Uma equipe de chefs da Disney, incluindo o chef de longa data da Disney Roland Muller, natural da Alsácia, França, desenvolveu os pratos de inspiração francesa, criando tanto um cardápio de serviço rápido de balcão para o almoço como um cardápio mais elegante, com serviço completo de mesa para o jantar.
“Nosso papel é o de terminar a história”, declarou o Chef executivo mundial do Walt Disney World Lenny DeGeorge. Ele descreve o almoço como sendo mais do que um bistrô francês, com pratos como o clássico Croque Monsieur (presunto, queijo Gruyere e bechamel), carne de porco assada em estilo coq au vin, quiche de legumes e uma salada Niçoise de atum.
Os visitantes fazem seus pedidos por meio de aparelhos com sistema de “touch-screen” disponibilizados para as mesas em que toques de alta tecnologia garantem que os pedidos cheguem rapidamente às mesas.
“Nós queríamos pratos que fossem reconhecidos, mas que também possuíssem um apelo temático”, explicou DeGeorge.
“Tudo é fresco, feito na hora, e para o almoço estamos esperando aquele tipo de energia contagiante, como naquela cena do filme na sala de jantar.”
O jantar tem um toque mais elegante com entradas como mexilhões à moda Provençal, sopa Francesa de cebola e diferentes tipos de frios (carnes curadas com pepinos em conserva, picles de cebola e torradas de pão integral). As entradas prestam homenagem a um banquete de castelo dos anos 1400 com galinhas assadas inteiras, costeleta de porco temperado com tomilho, e filé de salmão grelhado com molho de alho-poró e batatas ao açafrão. Cupcakes gourmet – creme de morango com queijo, chocolate triplo e merengue de limão e bolinhos com recheio de creme mousse como opção de sobremesa.
E apenas para o jantar, oferecemos uma seleção de vinhos e cervejas de modo a complementar a cozinha de inspiração francesa.

  “Como parte da tematização total, nós quisemos oferecer vinhos que potencializem a experiência dos visitantes e complementem a cozinha de inspiração francesa”, explicou Stuart McGuire, diretor de bebidas, do Walt Disney Parks e Resorts. “Os vinhos provêm principalmente de tradicionais regiões vinícolas da França incluindo Champagne, Alsácia, Loire, Rhone, Borgonha e Bordeaux.”
“Também vamos oferecer a cerveja líder Francesa, Kronenbourg 1664″, disse McGuire. “E, ficando na região geral, também vamos oferecer cervejas belgas”.
L’amour Vrai, a expressão Francesa para “verdadeiro amor”, é um souvenir, uma taça temática contendo uma das duas bebidas especiais não alcoólicas: suco de fruta completamente natural e extrato de frutas silvestres adoçado com caldo de cana orgânica e coberto com espuma de lima limão ou uma limonada natural adoçada com caldo de cana orgânica e coberta com espuma de frutas silvestres.

Apenas para Crianças

Para o almoço, o cardápio infantil inclui um sanduíche de peru grelhado, carne de porco assada com ervilhas sauté e purê de batatas, bolo de carne de peru (no formato do Mickey Mouse) e dourado grelhado. Para o jantar oferecemos bife grelhado, peixe ou peito de frango com legumes frescos.
“Nós estamos até mesmo fazendo o ketchup a partir do zero usando cenouras”, declarou DeGeorge. “E o bolo de carne também tem vegetais para que as crianças comam vegetais sem nem sequer perceberem.”

‘Cada Detalhe da História’

Os funcionários completam a cena, vestidos à moda europeia dos anos de 1400 a 1600: com casacos bordados na cor dourada, ou coletes, sobre uma camisa com ceroulas que alcançam o joelho. Para o serviço da noite, um lenço plissado, abotoado na garganta, é adicionado ao traje.
“A partir do momento em que atravessam a ponte para o castelo, tudo se trata de imergir os nossos visitantes na experiência de jantar”, conta Bisienere. “Cada detalhe é parte da história.”
Para fazer uma reserva, os visitantes podem ligar para (407) WDW-DINE ou reservar online em www.disneyworld.com/dine . Nos Planos de Refeições da Disney, o restaurante Be Our Guest é categorizado como um restaurante de serviço rápido de balcão (QSR) para o almoço ou restaurante de serviço completo de mesa (TSR) para o jantar.

Sobre o Walt Disney World Resort

Walt Disney World Resort é um complexo com mais de 100 quilômetros quadrados, entretenimento de classe mundial e recreação com quatro parques temáticos (Parque Magic Kingdom, Epcot, Hollywood Studios da Disney e Animal Kingdom Park da Disney); dois parques aquáticos de aventura (Blizzard Beach and Typhoon Lagoon); 34 hotéis resort (sendo 25 deles de propriedade e gerenciados pelo Walt Disney Parks & Resorts, incluindo sete resorts Disney Vacation Club); 81 buracos de golfe em cinco campos, dois spas com serviços completos; Pavilhão Disney Wedding; Complexo ESPN Wide World of Sports; e a Área de Downtown Disney. Localizado em Lake Buena Vista, Flórida, a cerca de 30 km ao sudoeste de Orlando, o Walt Disney World Resort foi inaugurado em 1º de outubro de 1971, estando aberto diariamente, o ano todo. Para mais informações, visite www.disneyparks.com.
- See more at: http://wdwnews.com/releases/2012/11/29/fairy-tale-elegance-french-inspired-cuisine-celebrated-at-be-our-guest-restaurant-in-new-fantasyland/?lang=pt#sthash.yRMauodw.dpuf

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

VAI VERDÃO PARA A PRIMEIRONA...

POR LUIZ CEARÁ

VEM VERDÃO PARA A PRIMEIRONA!

Verde Pálido

A nação verde parou para ver seu time dar o ultimo respiro há mais de 300 dias. Foi em 18 de Novembro de 2012. Na volta do jogo contra o Flamengo em Volta Redonda, no ônibus, os jogadores souberam que o time tinha caído.

 A realidade do Palmeiras passou a ser a segunda divisão do futebol brasileiro. A Série B. Inacreditável para o tamanho da glória desse time.
Hoje voltou com um empate contra o São Caetano. Jogo ruim. De ver.

A nação comprou mais de 35 mil ingressos. Os pais levaram seus filhos. Pais, filhos, netos, o torcedor comum das arquibancadas. A torcida organizada foi também com seus gritos. Eles queriam a vitória para encerrar o ciclo do desgosto, da boca amarga, espantar a zica. Xô azar danado.

Um empate bastava. O torcedor não queria negociação. Vitória, era o grito que vinha das arquibancadas.

O Pacaembu queria festa, o coração explodindo de alegria, correr pelas ruas da cidade cantando, "o Verdão voltou"!

Não deu certo a metade disso tudo.

O time voltou classificado matematicamente, mas não houve festa. Os rostos eram de decepção. O Palmeiras não jogou nada contra um São Caetano fraco. Não foi objetivo, não vibrou no mesmo diapasão de seus torcedores. Era um time apático e descontrolado dentro de campo. O Palmeiras sentiu e os jogadores não souberam explicar.
Foi uma tarde esquisita, sonhada durante quase um ano. Sonho que não virou realidade, festa que não ocorreu. Mas o Palmeiras voltou e vai ser Campeão da Série B.

AGORA VAI A RECEITA DO BLOG DO CEÁRÁ

Porquinho de Almeida (sanduíche)
Tempere um filezinho de lombo de porco com uns pingos de limão, pimenta do reino e sal. Separe três fatias de tomate seco e duas rodelas de queijo provolone.
Frite o filé, coloque os tomates quando estiver pronto e o provolone por cima. Deixe derreter e sirva numa baguete bem fresquinha .
Pode abrir uma breja que vale.

INTERIGA BRASIL 2013 - 05, 06 E 07 NOVEMBRO NA HÍPICA DE CAMPINAS


200 CONVITES A DISPOSIÇÃO DOS CONFRADES DA CONFRARIA DA GASTRONOMIA E AMIGOS

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