terça-feira, 22 de abril de 2014
REGULAMENTAÇÃO DE COMIDA DE RUA ESTÁ PARA SAIR EM SAMPA
Por Marcelo Oliveira
Regulamentação da comida de rua sai na semana que vem
- Por Jose Orenstein
A tão esperada lei da comida de rua de São Paulo está em vias de ganhar as ruas. O decreto que regulamenta a lei aprovada no final do ano passado será publicado no máximo até o meio da semana que vem.
Com ele já redigido, o prefeito Fernando Haddad reuniu nesta quarta-feira, 16, em seu gabinete representantes do setor da gastronomia – tanto aqueles associados à comida de rua, como André Mifano, do restaurante Vito, Rolando Vanucci, do food truck Rolando Massinha, e Maurício Schuartz, da Feirinha Gastronômica – como aqueles ligados a restaurantes, bares e padarias, como Antero José Pereira, presidente do Sindicato da Indústria da Panificação.
A ideia da reunião era apresentar o texto da regulamentação e ouvir críticas e sugestões para que a equipe responsável pela redação do decreto possa reelaborar trechos para a aprovação final na semana que vem.

Ilustração: Vapor324/Estadão
O ponto que mais levantou polêmica foi o valor da autorização para o veículo que for vender comida pelas ruas. A proposta original era de que, para ter o termo de permissão de uso (TPU), o dono do veículo deveria pagar de R$ 700 a R$ 900 por mês. Até Haddad achou muito caro. A proposta de valor foi apresentada por técnicos. ”Hoje, uma van de hot dog deve pagar R$ 1.100 por ano para poder circular. E muitos já não pagam porque acham caro demais!”, disse Rolando Vanucci, do food truck Rolando Massinha. O valor será revisto.
Haddad afirmou que a ideia é ir acompanhando o movimento para fazer constantes reavaliações. “Vamos começar devagar, com parcimônia, para não estragar uma boa ideia. Vamos dar uma largada com poucos TPUs”. Ou seja, embora não tenha precisado o que é “pouco”, a ideia é conter a quantidade de veículos autorizados a funcionar como food truck num primeiro momento.
Outro ponto de tensão é a tentativa de definir uma distância mínima entre um food truck e um estabelecimento tradicional que venda o mesmo tipo de comida – uma reivindicação dos presentes que representam estabelecimentos convencionais preocupados com a concorrência desleal dos food trucks, que, tendo uma estrutura reduzida, poderiam praticar um preço bem menor.
A primeira dificuldade foi estabelecer o que é o mesmo tipo de comida. A segunda, foi definir qual seria uma distância mínima possível dentro de um contexto em que os tamanhos de quadras, por exemplo, variam muito.
O prefeito sugeriu que a cada três meses os representantes do setor se reencontrem ali no gabinete para avaliar como estão as coisas.
terça-feira, 15 de abril de 2014
RECEITA DE BABA DE MOÇA
POR RONI MACIEL


Delicia sem igual
Pessoal, o Creme Baba de Moça é tudo de bom! Eu adoro! Aproveite o feriado da Semana Santa que está se aproximando e teste deliciosas receitas que levam Baba de Moça.
O creme, que, diga-se de passagem, é delicioso, pode render recheios e coberturas muito saborosos para tortas, bolos e pavês.
É uma receitinha bem fácil, rápida e deliciosa. E serve para incrementar muitas sobremesas!
Confira a receitinha desse clássico da cozinha brasileira:
Ingredientes:
- 1 lata de Leite Moça Tradicional
- 1 vidro de leite de coco (200ml)
- 3 gemas
Modo de fazer:
Coloque em uma panela média, o leite moça, o leite de coco e as gemas.
Misture bem e leve ao fogo baixo , mexendo sempre, por cerca de 10 minutos ou até que o creme esteja se desprendendo do fundo da panela.
Retire do fogo e deixe esfriar.
DICAS:
- Querendo junte meia xícara (chá) de nozes moídas ao recheio de baba de moça;
- Se desejar, acrescente meia colher (chá) de raspas de limão.
DÁ LHE MENGO ....
POR LUIS CEARÁ
Arbitragem X Tecnologia
Fico pensando no que a imprensa, jogadores falastrões como o goleiro Felipe do Flamengo e o torcedor de um modo geral, disseram deste final de semana. Do que aconteceu nos estádios. A arbitragem levou a culpa por tudo. Faltou o linchamento.
Arbitragem X Tecnologia
Fico pensando no que a imprensa, jogadores falastrões como o goleiro Felipe do Flamengo e o torcedor de um modo geral, disseram deste final de semana. Do que aconteceu nos estádios. A arbitragem levou a culpa por tudo. Faltou o linchamento.
Então eu quero aqui, publicamente, dizer que hoje, em lances capitais como o penalti do Ituano no jogador do Santos, o penalti não assinalado a favor do Atlético MG e até o escandaloso impedimento na bacia das almas no jogo entre o Vasco e o Flamengo tem defesa. Eu explico.
Um jogo normal com transmissão de TV tem 7 câmeras. Duas centrais para mostrar o jogo, uma atrás de cada gol, duas de impedimento e uma central, dentro do gramado para o que se chama de lance fechado, ou detalhe. Isso numa transmissão normal. Em jogos como os citados acima, podemos pensar e 12 a 20 câmeras. Tudo é gravado e todas as jogadas detalhadas ao extremo. Em todos os ângulos. No ar, cada lance pode ser repetido à axautão para que os comentaristas e analistas de arbitragem possam dizer com certeza o que aconteceu.
E o juizão? Correndo como loouco, tendo que ver tudo, e ainda contando com bandeiras ruins? Um ou outro bandeira ajuda,é competente, mas a maioria dorme. E os árbitros atrás dos gols? Não servem para nada, ou melhor servem sim, mas é para atrapalhar a visão dos repórteres e para confundir jogadores.
Gente, não dá para o juiz em um segundo, a dez ou menos metros do lance, acertar todos. Não dá para competir com a tecnologia.
To dando desculpa? Não estou falando uma verdade incontestável.
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