segunda-feira, 30 de julho de 2012

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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Festival Gastronômico

Os amigos da Confraria estiveram no lançamento do quarto Festival Gastronômico que aconteceu nesta quinta feira 19 de julho na Hípica em Campinas. O tema deste ano é Portugal e os restaurantes participantes já prepararam sua delícias para receber os apreciadores da culinária durante o período.

Na foto: Viviane (Estação Marupiara), Carlos Américo ( Joe& Leo's), Inês (Revista Classe A), Francesco (Restaurante Laura e Franceso) e Marcelino (Bar do Marcelino).


Na foto: Viviane, Inês, Carlos e o casal representante do Restaurante Fiduccia.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Mandela

 "Durante a minha vida, dediquei-me a essa luta do povo africano. Lutei contra a dominação branca, lutei contra a dominação negra. Acalentei o ideal de uma sociedade livre e democrática na qual as pessoas vivam juntas em harmonia e com oportunidades iguais. É um ideal para o qual espero viver e realizar. Mas, se for preciso, é um ideal pelo qual estou disposto a morrer". ( Nelson Mandela_)


Nelson Mandela disse isso como parte de sua defesa no julgamento a que foi condenado à prisão perpétua em 11 de junho de 1964.

Passou uma eternidade preso e em 11 de Fevereiro de 1990 ele é solto. Já era unanimidade mundial na luta contra a segregação racial e pelos direitos humanos e democráticos do povo do planeta Terra.

Nos discursos em que falava ao seu povo na África do Sul ele gritava “Amandla” que quer dizer “Poder”. A multidão respondia, “Awethu”’significando “Para o Povo”.

“Poder para o povo” é uma expressão que pode significar muito para quem gostaria que o mundo fosse diferente do que é hoje. Mandela era atrevido em suas idéias, irreverente e certeiro como uma flexa.

Na Copa do Mundo da África, quando eu entrei no Ellis Park onde o time de rugby da África do Sul foi Campeão do Mundo fiquei tomado por uma grande emoção. No avião, durante a viagem para a Copa eu assisti ao filme Invictus, que conta a história daquela seleção, de sua saga até chegar a ser a melhor do mundo, e da influencia de Mandela sobre o capitão dos Springboks, como eram chamados os jogadores da seleção africana, o então jovem  François Pienaa.

 Mandela com sua inteligência e liderança conduziu seu time ao título através dos encontros com Pienaar e depois com o time todo. Foi decisivo, como também o foram os africanos que cantaram em determinado momento do jogo, com a África em desvantagem moral diante dos Neozelandeses a Sho Sho Loza.

Para o amigo do Blog entender, os negros africanos entravam num trem que atravessava montanhas para ir ao trabalho nas minas de diamantes. Durante o trajeto, inspirados pelo som das maquinas do trem eles criaram Sho Sho Loza, musica que os empurrava para o trabalho duro. Muitos não voltavam pra casa. A musica representa para o povo africano raça, força mental e esperança de liberdade.

O Ellis Park entrou no ritmo da Sho Sho Loza e a equipe de Rugby massacrou a Neozelandia sagrando-se Campeã do Mundo.

Mandela fez seus maiores discurso inclusive o primeiro quando saiu da prisão no Soccer City. Um estádio moderno, mas que carrega em sua história momentos de grande emoção e energia. Basta entrar pra sentir isso.

Mandela foi ao encerramento da Copa mas não repetiu a cena do Ellis Park. Não entregou a Taça de melhor do Mundo do Futebol aos Espanhóis como fez em 95 com Pienaar.

Falar de Nelson Rolihlahla Mandela, o Madiba é uma honra para este repórter e muito difícil também. Escrever esse pequeno texto no Dia Internacional de Mandela, dia do seu aniversário emociona e enche minha alma de sentimentos de liberdade e paz.

Por Luiz Ceará

terça-feira, 3 de julho de 2012

Fotos do primeiro encontro da Confraria!



Negócio em franca expansão

Novas franquias rumam para o interior do País e atraem o interesse de fundos de private equity.

Por Andrea ASSEF
A cada 36 horas, uma nova rede de franquia surgiu no mercado brasileiro no ano passado. Esse dado demonstra a força do setor no Brasil. Na última década, essa atividade obteve um crescimento de dois dígitos ao ano. Em 2012, deve ultrapassar a barreira dos R$ 100 bilhões, um aumento de 15% em relação ao ano anterior, com a abertura de uma loja franqueada a cada hora, de acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Se fosse uma empresa, estaria atrás apenas de Petrobras e Vale no País. “No cenário atual de economia estabilizada, aumento do poder de compra da população e juros baixos, a expectativa é de que o ritmo acelerado de crescimento se mantenha pelo menos nos próximos cinco anos”, diz Ricardo Camargo, diretor-executivo da ABF.
 
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Oyanguren, da água de cheiro: 70% das lojas franqueadas estão no interior do Brasil.
 
Ao trocar o papel de coadjuvante pelo de protagonista no palco da economia mundial, o Brasil passou também a atrair o interesse dos fundos de investimento e das empresas de private equity que já colocaram o segmento de franquias no radar. “Há dez anos, os fundos de investimento tinham horror de franquias, pois achavam que seria complicado lidar com várias pessoas de perfis diferentes”, diz Marcelo Cherto, presidente da consultoria paulista Cherto. “Hoje, grandes negócios estão sendo feitos por fundos de investimento.” Ele cita como exemplos a empresa americana de private equity Carlyle Group, que comprou 63,6% da CVC Turismo, maior operadora de franquias de viagens da América Latina, em 2010, e do fundo Axxon, que adquiriu, em 2009, a Mundo Verde, rede de lojas de produtos naturais.
 
A principal explicação para a mudança de foco por parte dos grandes investidores está no potencial dos negócios gerados através de franquias no Brasil. Enquanto a Europa está em crise e os Estados Unidos em desaceleração econômica, o Brasil virou terreno fértil para se desbravar nas áreas de investimentos. De acordo com Cherto, ainda há muito espaço para crescer no segmento de franquias. “Enquanto no Brasil o setor representa 2,3% do PIB, nos Estados Unidos corresponde a 13,8%”, diz ele. A movimentação que mais está mudando a cara do segmento no País é a interiorização do mercado de franquias. O processo de expansão para o interior ganhou força nos últimos dois anos em função de fatores que vão desde os altos preços dos imóveis nas principais capitais até a maturação de algumas redes nas grandes cidades brasileiras. 
 
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Camargo, da ABF: juro baixo deve sustentar crescimento das franquias.
 
“As franquias estão se deslocando para cidades de padrão médio, com população entre 100 mil e 300 mil habitantes”, diz o economista Marcos Nascimento, diretor da Cia de Franchising, empresa que formata e comercializa redes de franquias. Um dos principais elementos de atração das franquias para o interior é o avanço dos shopping centers para fora dos grandes centros urbanos. Segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers, neste ano serão inaugurados 38 shoppings, sendo 14 nas capitais e 24 no interior do País. A entrada em cidades de menor porte foi um dos fatores para o Boticário, de Curitiba, no Paraná, ter superado o McDonald’s pela primeira vez no ano passado e se transformar na maior franqueadora brasileira, com um faturamento de R$ 5,5 bilhões. 
 
Nos últimos quatro anos, a estratégia da marca O Boticário foi investir na capilaridade da rede, que está presente em 1,6 mil municípios do País. A mineira Água de Cheiro, a terceira franquia que mais cresceu em 2011, também aposta nos mercados das cidades do interior do Brasil para realizar seu ambicioso projeto de expansão. Atualmente com 882 lojas espalhadas pelo Brasil, a rede de perfumaria, que faturou R$ 375 milhões no ano passado, pretende chegar a mil unidades até o fim de 2012. “Desde que foi adquirida pela Globalbras em 2009, a marca está passando por um processo de rejuvenescimento e de reposicionamento”, diz Martin Oyanguren, diretor-comercial da Água de Cheiro. O maior crescimento da rede está ocorrendo no Sudeste e no Nordeste. 
 
“Hoje, a Água de Cheiro tem cerca de 30% das lojas em capitais e o restante no interior”, afirma Oyanguren. Outra marca que avança rumo ao interior brasileiro é a Lilica & Tigor, franquia do segmento de vestuário infantil da catarinense Marisol. Segundo Cássio Barcellos Cansian, gerente de expansão, a rede já conta com 170 unidades no Brasil. “Na região Sudeste já estamos nas principais cidades do interior paulista, como Jaú, Itu e Botucatu”, diz Cansian. De acordo com Nascimento, da Cia de Franchising, isso vale para o interior de boa parte dos Estados brasileiros. “Todas as cidades que possuem algum tipo de polo de desenvolvimento têm mercado e recursos para a instalação de franquias.”
 
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Procura-se o franqueado certo

Redes de franquias estão cada vez mais exigentes na hora de escolher seu parceiro de negócio. Hoje, não basta apenas ter dinheiro.

Por Andrea ASSEF
Como acertar na hora de escolher o franqueado? A resposta vale um milhão de dólares. E os franqueadores, cada vez mais exigentes, lançam mão de estratégias de recursos humanos, como análise de perfil, dinâmica de grupo e longas conversas com psicólogos, para encontrar o parceiro ideal. Afinal, dessa associação é que depende a expansão de uma rede de franquias. Um dos maiores desafios é alinhar as expectativas em relação ao desempenho do negócio. O franqueado, por exemplo, precisa avaliar se o candidato pode ser um bom parceiro. Afinal, não basta apenas comprar uma franquia para garantir a expansão do negócio. Longe disso. “É preciso colocar a barriga no balcão”, diz Mario Chady, presidente do grupo Trigo, que reúne as redes de alimentação Spoleto, Domino’s Pizza e Koni Store.

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“Hoje, não basta que a pessoa tenha dinheiro, ela precisa estar comprometida.” O consultor Marcelo Cherto, presidente da consultoria Cherto, lembra da história de uma mulher que chegou com um carro Audi A8 blindado em uma grande rede de franquias e perguntou: “Aqui se vendem franquias? Eu quero duas.” Essa história não é um caso isolado. A rede de franquias Sorridents, a maior em número de consultórios odontológicos do País, com 140 unidades em 15 Estados do Brasil, utiliza uma série de ferramentas de seleção com base nas usadas pelos profissionais de recursos humanos para escolher seus franqueados. O primeiro passo é um questionário com 90 perguntas. “A partir daí, nossa diretora de RH traça o perfil do candidato”, diz Alexandre Sitta, diretor de novos negócios da Sorridents. 

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